Fórmula 1

Com pistas homologadas, Tailândia e Qatar podem ter GP de F1. Confira lista

Francois Nel/Getty Images
A pista de Dubai é uma das que pode se candidatar para entrar no calendário Imagem: Francois Nel/Getty Images

Julianne Cerasoli

Do UOL, em São Paulo

10/02/2016 06h00

Que tal uma corrida de Fórmula 1 em Buriram, na Tailândia? Ou em Moscou? Talvez em Dubai? São alguns exemplos de pistas que têm a certificação necessária para receber a categoria. Trata-se do padrão Grade 1, concedido pela Federação Internacional de Automobilismo.

O circuito Chang, localizado na cidade tailandesa que fica próxima da fronteira com o Camboja, é a última novidade na lista de circuitos com a certificação máxima da FIA. Inaugurada em 2014, a pista atraiu 90 mil pessoas logo em seu primeiro grande evento, uma etapa do World Superbike, e chegou a receber 130 mil pessoas em uma corrida local de GT.

O Oriente Médio está representado no calendário com duas etapas atualmente, no Bahrein e em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. Mas a concorrência por uma etapa na região é forte: os autódromos de Dubai e de Losail, no Qatar. Com o sucesso da etapa de Abu Dhabi, que fica a 45 minutos de Dubai, as chances do circuito entrar no calendário são pequenas. Já os organizadores do Qatar, cuja pista é equipada para receber etapas noturnas, como ocorre com a corrida de MotoGP, vêm tentando nos últimos anos seduzir a F-1, mas acredita-se que o vizinho Bahrein tenha vetado a ideia.

Outro circuito que enfrenta concorrência local é o de Moscou, que tem o nome Moscow Raceway mesmo sendo realizado a 100km da capital russa. Após perder a chance de sediar o GP do país para a pista de rua construída em Sochi em 2014, a pista atualmente não é utilizada em nenhum grande campeonato.

A Europa também tem seus circuitos Grade 1 prontos para receber a Fórmula 1. A pista de Mugello é uma das que poderiam substituir Monza caso a pista saísse do calendário, a exemplo de Imola. Recentemente usada em um teste da Pirelli, a pista de Paul Ricard, na França, também poderia receber a categoria, ainda que as taxas cobradas pelo promotor Bernie Ecclestone sejam um entrave para os organizadores do país.

Circuitos que deixaram o calendário da F-1 mais recentemente também continuam com a certificação que permite um retorno ou mesmo sua utilização para testes. É o caso do Estoril, em Portugal, Fuji, no Japão, Imola, na Itália, Istambul Park, na Turquia, Indianápolis, nos Estados Unidos, Magny-Cours, na França, Buddh, na Índia, e o Circuito Internacional da Coreia do Sul.

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