Fórmula 1

De motor Ferrari e pintura de testes, Toro Rosso mostra carro em Barcelona

Divulgação
Modelo STR11 foi à pista sem sessão de fotos ou declarações da equipe Imagem: Divulgação

Do UOL, em São Paulo

22/02/2016 08h08

A Toro Rosso apresentou de forma discreta, nesta segunda-feira, seu carro para a temporada 2016 da Fórmula 1. Batizado de STR11, o modelo foi uma das três novidades do primeiro dia de testes coletivos de pré-temporada em Barcelona – Manor e Force India também apresentaram seus carros.

O novo modelo da Toro Rosso foi à pista com uma pintura toda em azul-marinho, sem exibir marcas de patrocinadores – nem mesmo da Red Bull, empresa de energéticos de dá nome à equipe. O novo carro deixou os boxes e foi direto para a pista, sem sessão de fotos.

A equipe ainda não divulgou declarações de dirigente ou especificações técnicas do carro. Mesmo assim, manteve a dupla de pilotos de 2015: o holandês Max Verstappen e o espanhol Carlos Sainz.

A principal novidade do time, entretanto, já havia sido anunciada antes do lançamento. Os motores Renault, utilizados no último ano, deram lugar aos Ferrari em 2016.

Na temporada passada, a equipe somou 67 pontos e conquistou o sétimo lugar no Mundial de Construtores. O time passou duas vezes perto do pódio, com o quarto lugar de Max Verstappen na Hungria e nos Estados Unidos.

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Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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