Fórmula 1

Novo sistema de classificação não ficará pronto a tempo, diz chefão da F-1

AP Photo/Darron Cummings
Bernie Ecclestone, chefão da Fórmula 1, disse que a mudança não será feita a tempo Imagem: AP Photo/Darron Cummings

Do UOL, em São Paulo

27/02/2016 08h21

No começo de fevereiro, a Fórmula 1 surpreendeu seus fãs ao anunciar um novo sistema de classificação para o grid de largada, em que pilotos seriam eliminados a cada 1min30. Dias depois, porém, o chefão da categoria, Bernie Ecclestone, vem a público avisar que a mudança não poderá ser feita já para os primeiros GPs da temporada 2016.

“Meu pessoal que cuida da cronometragem disse: ‘Sr. Ecclestone, nós não queremos ser colocados nessa situação porque nós não achamos que vamos fazer isso corretamente a tempo”, disse à BBC o presidente da FOM, órgão que controla a Fórmula 1, acrescentando que o novo sistema não foi ideia sua.

A mudança tem como objetivo dinamizar os treinos de classificação, que seguiriam sendo divididos em três sessões (Q1, Q2 e Q3). Em cada uma dessas etapas, porém, os pilotos com pior tempo seriam eliminados um a um a cada 1min30, e não mais ao final de cada período, como costuma acontecer.

O novo sistema foi anunciado pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo), mas aparentemente as questões técnicas devem atrasar a implantação. “Não é tão fácil. Você precisa colocar todos os gráficos na tela”, disse Ecclestone, acrescentando que a mudança deve ocorrer somente a partir da quinta etapa da atual temporada.

“Se você for tentar explicar para o público corretamente, não é só dizer: ‘Ok, esse cara estava em último, então bye bye’. Você não pode fazer só isso. Nós teremos de lidar com isso. Eu expliquei isso à FIA e perguntei o que eles querem fazer a respeito, mas no fim não há muito o que fazer porque nós [FOM] fazemos toda a cronometragem”, concluiu Ecclestone.

O posicionamento do chefão da FOM também mostra que há uma disputa política por trás do impasse. A decisão pela mudança do sistema foi da FIA, à revelia de Ecclestone, que preferia a manutenção do método atual. Além dele, pilotos e escuderia também se opuseram às alterações propostas, que agora podem estar em risco.

“Me parece uma grande perda de tempo. Não acho que vá fazer diferença nenhuma”, disse o atual campeão Lewis Hamilton, da Mercedes, na época em que a ideia foi divulgada. 

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