Fórmula 1

Em meio a críticas, FIA aprova novo modelo de classificação para a F-1

Martin Meissner/AP Photo
Imagem: Martin Meissner/AP Photo

Do UOL, em São Paulo

04/03/2016 07h19

A Federação Internacional de Automobilismo ignorou a pressão das equipes e confirmou as alterações no formato de classificação da categoria para a temporada 2016, de acordo com várias publicações internacionais. A FIA confirmou oficialmente a mudança nesta sexta-feira.

Apesar do promotor da categoria, Bernie Ecclestone, ter declarado inicialmente que o software necessário para aplicar as mudanças não ficaria pronto para a etapa de abertura, dia 20 de março, na Austrália, o dirigente mudou de ideia e disse hoje que acha "que eles vão conseguir aprontar a tempo".

O novo sistema funciona da seguinte forma:

- Q1: são 16 minutos de duração. A partir do sétimo minuto, o piloto mais lento é eliminado a cada 90 segundos. Assim, 15 pilotos seguem para o Q2.

- Q2: são 15 minutos de duração. A partir do sexto minuto, o piloto mais lento é eliminado a cada 90 segundos. Assim, 8 pilotos seguem para o Q3.

- Q3: são 14 minutos de sessão. A partir do quinto minuto, o piloto mais lento é eliminado a cada 90 segundos. Assim, apenas dois pilotos estarão na briga pela pole nos 90s finais.

Descontentes com a mudança, as equipes se reuniram com os dirigentes nesta semana e fizeram uma contra-proposta, que previa a manutenção do sistema de eliminação apenas no Q1 e Q2, a fim de que todos os oito carros restantes para a disputa do Q3 permaneçam na pista até os momentos finais, disputando a pole como acontecia com o formato utilizado até ano passado. Porém, a ideia não teria agradado a FIA.

A indecisão a respeito da mudança desagradou os pilotos. Para Nico Rosberg, isto mostraria falta de profissionalismo da categoria. Já Fernando Alonso se disse “triste” pelo que julga ser um sistema complicado demais para os fãs.

“Estou triste. Triste pelo esporte porque a imagem que passamos não está correta quando, em uma semana, mudamos o formato de classificação três vezes. Ou fingimos que mudamos. Ninguém oficializa nada”, reclamou o espanhol, que defende que a categoria seja mais simples.

“Há mudanças demais. A complexidade das regras para o espectador também é muito alta. Quando você é quarto em uma corrida e com três voltas para o fim precisa parar porque tem de colocar outro composto de pneu… são coisas assim que fazem pessoas normais desligarem a TV.”

Está será a primeira mudança significativa  no formato de classificação da Fórmula 1 desde 2006.

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