Fórmula 1

"Alonso se salvou por pouco", diz médico da FIA sobre acidente chocante

Arte/UOL Esporte
Antes e depois do carro de Fernando Alonso, que capotou feio no GP da Austrália Imagem: Arte/UOL Esporte

Do UOL, em São Paulo

26/03/2016 11h16

Fernando Alonso teve sorte de sair com vida do acidente impressionante que sofreu no domingo passado, durante o GP da Austrália. A avaliação é de Jurgen Lindemann, médico da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), que falou sobre o impacto que fez o espanhol capotar durante a corrida de abertura da Fórmula 1 em 2016.

“Quando um piloto experiente como Alonso se vê nas imagens voando pelos ares e saindo ileso pode dizer a si mesmo: ‘Este carro é o mais seguro possível’. Mas não nos esqueçamos de uma coisa. Ele teve sorte. Se salvou por pouco”, disse Lindemann em entrevista à revista alemã Der Spiegel, reproduzida pelo espanhol Mundo Deportivo.

O acidente foi o momento mais marcante do GP vencido por Nico Rosberg. Alonso, apesar da batida impressionante, saiu do carro com as próprias forças e alegando apenas dores no corpo. Segundo Lindemann, o pouco estrago tem a ver com a preparação dos pilotos na Fórmula 1 atual.

“Eu não estava lá, mas tenho certeza que lhe doía tudo, ossos e músculos. Isso demora uma semana para melhorar e depois passa, por regra geral. Os pilotos têm corpos muito bem treinados e elásticos. Podem encarar algo assim”, disse Lindemann.

A batida de Alonso colocou pimenta na discussão sobre a necessidade de melhoras no cockpit dos pilotos. Desde o fim do ano passado há um debate intenso na categoria sobre a necessidade de se fechar o compartimento de segurança dos carros para impedir que acidentes como o de Alonso gerem consequências mais graves. A Fórmula deve decidir a respeito de possíveis mudanças até o fim de abril.

Para Alonso, é o momento de iniciar uma segunda recuperação pós-traumática. Na pré-temporada do ano passado, o espanhol perdeu o controle de sua McLaren no circuito de Barcelona, bateu forte, sofreu uma concussão e teve de ficar fora do primeiro GP de 2015.

“Um acidente grave implica um estresse impressionante para a mente. O piloto vive tudo como se fosse em câmera lenta. E completamente consciente”, explicou, Lindemann. 

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Blog do Carsughi

Blog do Carsughi

A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Blog do Carsughi
Grande Prêmio
Esporte Ponto Final
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Topo