Fórmula 1

Decepcionado com novela da classificação, Vettel compara F-1 com sorveteria

Brandon Malone/Reuters
Imagem: Brandon Malone/Reuters

Do UOL, em São Paulo

31/03/2016 11h43

A manutenção do novo sistema de classificação, que foi duramente criticado por pilotos, equipes e fãs após a estreia no GP da Austrália, causou revolta no paddock, que voltou a se reunir para a segunda etapa do campeonato, no Bahrein.

Um dos maiores críticos ao sistema, que conta com eliminações a cada 90s, Sebastian Vettel voltou a atacar a maneira como os dirigentes da Fórmula 1 têm falhado ao ouvir os anseios do público.

“Estou tão desapontado quanto qualquer outro que não queria que o sistema voltasse. É o seguinte: se você vende sorvete de baunilha, mas todos pedem de chocolate e, no dia seguinte, é esperado que você tenha sorvete de chocolate para vender. Mas você só tem baunilha de novo”, comparou.

“Normalmente você faz o que seus clientes querem, mas se está fazendo exatamente o contrário, não é algo de que tem de se orgulhar. Se todos são contra algo e ainda assim você segue adiante com a decisão… a classificação é só um exemplo de que algo não está certo.”

A manutenção da mudança não surpreendeu Lewis Hamilton. “Nunca existe uma discussão clara. As coisas vêm e vão continuamente. Uma hora é de um jeito, na outra muda. Às vezes você se perde e volta para onde começou… mas é interessante considerando que os fãs estavam infelizes [com a mudança] e continuamos com ela.”

O retorno ao sistema antigo chegou a ser anunciado no domingo do GP da Austrália, menos de 24h após a estreia da novidade, mas a falta de acordo entre as equipes - Force India e McLaren teriam sido contra uma nova mudança - manteve o sistema novo pelo menos até o GP do Bahrein. Após a prova, que acontece neste domingo a partir do meio-dia pelo horário de Brasília, haverá uma nova discussão sobre o tema.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Blog do Carsughi

Blog do Carsughi

A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Blog do Carsughi
Grande Prêmio
Esporte Ponto Final
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Blog do Carsughi
Grande Prêmio
Topo