Fórmula 1

Carros mais rápidos em 2017 não vão afetar ultrapassagens, diz FIA

Mark Thompson/Getty Images
Imagem: Mark Thompson/Getty Images

Do UOL, em São Paulo

06/04/2016 10h16

Uma das grandes discussões nos bastidores da Fórmula 1 atualmente é em relação às regras que serão adotadas a partir de 2017. Apesar dos dirigentes terem prometido finalizar o pacote de mudanças até o final deste mês, os pilotos têm se mostrado preocupados com os caminhos que podem ser tomados.

O grande temor que é o plano inicial de tornar os carros pelo menos 5s mais rápidos por volta possa dificultar ainda mais as ultrapassagens. Porém, de acordo com o diretor de provas da F-1, Charlie Whiting, tal preocupação não faz sentido. Isso porque, ao invés de gerar mais pressão aerodinâmica, o que dificultaria um carro seguir o outro, essa velocidade a mais virá da aderência dos pneus.

“Tivemos inúmeras reuniões com os diretores técnicos de cada equipe, e houve uma série de propostas, desde uma enorme quantidade de pressão aerodinâmica até um nível muito baixo de downforce", explicou. "Mas tudo é baseado na premissa de que teremos um aumento significativo na aderência mecânica. Então, o que temos, inevitavelmente, é alguma coisa no meio disso".

Ele acrescentou: "a ideia é que metade [do ganho de velocidade] virá de aderência mecânica, e a outra metade virá da pressão aerodinâmica. Uma das coisas que temos falado o tempo todo é o fato de que não devemos tornar mais difícil seguir um outro carro, e que tem sido um dos princípios. Então, acredito que fizemos o melhor que podíamos, sendo que temos de levar todos os pontos de vista em conta".

Mesmo que se fale muito em aumentar a velocidade dos carros, especialmente no contorno de curvas, algo que tem sido pedido pelos pilotos, o presidente da FIA, Jean Todt, declarou que as ultrapassagens seguem sendo prioridade. Nos últimos anos, foram adotados justamente pneus de alta degradação para aumentar o número de manobras, com sucesso. Porém, as novas regras vão exatamente na contramão deste princípio.

"A prioridade é como fazer a F1 mostrar que é o topo do automobilismo, como fazer carros mais rápidos, mais espetaculares e facilitar a ultrapassagem, mas permanecendo dentro de algum orçamento decente", resumiu.

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