Fórmula 1

Massa 'assume' comando da estratégia da Williams e comemora recuperação

AFP PHOTO / TOM GANDOLFINI
Imagem: AFP PHOTO / TOM GANDOLFINI

Julianne Cerasoli

Do UOL, em Barcelona (ESP)

15/05/2016 15h00

Depois da decepcionante 18ª colocação no grid devido a um erro estratégico da Williams, Felipe Massa ficou relativamente satisfeito com o oitavo posto conquistado no GP da Espanha. O brasileiro estava pessimista antes da corrida, duvidando que conseguiria sequer entrar na zona de pontuação, uma vez que é difícil ultrapassar no Circuito da Catalunha.

“A corrida foi boa. Fui pelo lado mais agressivo, para conseguir recuperar posições e acabou só faltando uma, mas cheguei muito tarde no Perez. Foram pontos importantes, ainda que tenhamos perdido muitos pontos em relação à Red Bull, mas o importante é continuar marcando pontos a cada corrida”.

Após ter criticado abertamente a equipe no sábado, o brasileiro teve uma boa estratégia, antecipando sua primeira parada e, com isso, saindo do tráfego de carros mais lentos. “Eu pedi para parar antes porque não adiantava ficar atrás daquele monte de carro andando mais lento do que eu podia.”

A estratégia, por sua vez, não foi o ponto forte da corrida de Felipe Nasr, que terminou na 15ª colocação.

“Não entendi por que a gente não converteu para o plano de três paradas, já que este era o plano caso eu fizesse uma boa largada. Isso aconteceu, eu estava na frente de uma Haas, mas eles me mantiveram na mesma tática. Fazer duas paradas em uma prova tão longa, com um desgaste de pneu altíssimo, comprometeu minha corrida.”

O brasileiro teve uma disputa apertada com o companheiro Marcus Ericsson, com o sueco inclusive reclamando das defesas via rádio.

“Eu simplesmente segurei como qualquer outro carro. Infelizmente, por estar em uma estratégia de duas paradas, eu fiquei muito lento na pista. O equilíbrio não estava tão ruim, então se eu tivesse outra tática dava para ter andando em um ritmo mais forte.”

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Blog do Carsughi

Blog do Carsughi

A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Blog do Carsughi
Grande Prêmio
Esporte Ponto Final
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Topo