Fórmula 1

Mercedes evita conflito após batida e afasta comparações com briga antiga

Julianne Cerasoli

Do UOL, em Barcelona (ESP)

16/05/2016 09h42

A batida entre Lewis Hamilton e Nico Rosberg no GP da Espanha não foi a primeira vez que a Mercedes teve de administrar um capítulo complicado na história dos dois. Especialmente em 2014, quando o mundial ficou aberto até a última etapa, os dois se estranharam algumas vezes, culminando com a polêmica do GP da Bélgica.

Naquela ocasião, Rosberg forçou para cima de Hamilton e furou seu pneu. Na reunião após a prova, o alemão disse que tinha feito isso para “deixar claro seu ponto de vista”, dando a entender que não havia se esforçado para evitar a colisão. Isso gerou uma sanção interna, que nunca foi totalmente explicada, e marcou a ascensão de Lewis rumo ao título daquele ano.

Após a batida da Espanha, contudo, Toto Wolff se apressou em dizer que a situação atual é completamente diferente.

“Vamos continuar deixando-os disputar livremente, foi apenas um acidente causado por uma série de coincidências. A situação é bem diferente de Spa, toda a equipe é diferente hoje. Quando as luzes se apagaram, isso gerou emoções que tiveram consequências depois. Acho que quebrei meu microfone, então posso entender as emoções deles. Tenho 100% de certeza de que isso não vai afetar a relação deles.”

Rosberg chegou a se irritar com as comparações. Quando questionado se havia semelhanças com o ocorrido há cerca de um ano e meio, o alemão retrucou. “Não tem nada a ver. Que semelhanças você vê? Eu não vejo nada.”

Mesmo tendo abandonado o GP da Espanha, Rosberg segue na liderança do campeonato, 43 pontos à frente de Hamilton, que caiu para terceiro, atrás também de Kimi Raikkonen, após zerar em Barcelona.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

Blog do Carsughi
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Blog do Carsughi

Blog do Carsughi

A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Topo