Fórmula 1

Decepção de Mônaco faz McLaren e Ferrari acelerarem desenvolvimento

Mark Thompson/Getty Images
Imagem: Mark Thompson/Getty Images

Do UOL, em Barcelona (ESP)

03/06/2016 06h34

Depois de saírem decepcionadas de Mônaco, Ferrari e McLaren falam em levarem novidades para seus carros na sétima etapa do campeonato, no Canadá, dia 12 de junho.

Apesar do time inglês ter conquistado o quinto lugar com Fernando Alonso, muito em função de uma estratégia acertada, o décimo posto na classificação, atrás da Force India e Toro Rosso, frustrou as expectativas em um circuito no qual a defasagem do motor Honda não faria tanta diferença. O time justificou que não conseguiu aquecer os pneus da forma correta.

A reclamação foi a mesma da Ferrari, que sentiu ter um ritmo de corrida muito melhor no domingo do que na classificação e acredita que, largando mais à frente, Sebastian Vettel teria grandes chances de ir pelo menos ao pódio. O alemão foi quarto colocado.

Para o GP do Canadá, disputado em um circuito de rua, porém com longas retas, a Honda planeja uma atualização. “Não há dúvida alguma de que a potência é muito importante para o Canadá. O consumo de combustível também é muito importante. Queremos introduzir algumas atualizações, mas ainda não podemos adiantar nada”, disse o chefe dos japoneses na F-1, Yusuke Hasegawa. “Algumas novidades já foram testadas na fábrica no Japão e trouxeram bons resultados.”

A dúvida da Honda é a mesma da Ferrari: gastar ou não mais fichas de desenvolvimento? Os japoneses ainda têm 15 à disposição, enquanto o time de Maranello dispõe de apenas seis.

“Vamos acelerar o desenvolvimento para o Canadá”, prometeu o chefe dos italianos, Maurizio Arrivabene, referindo-se ao motor e ao carro. “Vocês verão outro Ferrari na pista. Para sermos competitivos, precisamos melhorar corrida após corrida e é isso que está sendo planejado.”

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

Redação
Blog do Carsughi
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Blog do Carsughi

Blog do Carsughi

A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Topo