Fórmula 1

Domínio no Azerbaijão surpreende até a Mercedes. Mas não deve durar muito

Charles Coates/Getty Images
Imagem: Charles Coates/Getty Images

Julianne Cerasoli

Do UOL, em Barcelona (ESP)

21/06/2016 09h17

A Mercedes reviveu em Baku, no Azerbaijão, alguns de seus dias mais dominantes dos últimos anos na Fórmula 1. Depois de ver a Red Bull vencer na Espanha e em Mônaco e a Ferrari chegar a incomodar no Canadá, o time foi absoluto durante o GP da Europa, o que chegou a surpreender até mesmo o vencedor, Nico Rosberg.

“Infelizmente, não sabemos. Mas é algo que temos tentar entender, porque foi realmente inacreditável o quão bom nosso carro estava neste final de semana”, admitiu Rosberg, que venceu com mais de 16s de vantagem para o segundo colocado, Sebastian Vettel, mesmo tendo diminuído bastante o ritmo no final.

Até o chefe da equipe, Toto Wolff, se mostrou surpreso com o desempenho. A teoria do dirigente, contudo, é de que o time foi quem encontrou o melhor acerto para o carro logo de cara em uma pista desconhecida, ao contrário dos rivais. A Ferrari, por exemplo, teve uma sexta-feira ruim e só melhorou após mudanças feitas antes da classificação. E a Red Bull acredita que usou uma configuração exagerada em termos de carga aerodinâmica, o que causou um maior desgaste dos pneus durante a corrida.

“Colocamos o carro no lugar certo logo na sexta-feira. Dá para ver que em alguns lugares você está no lugar certo em termos de acerto logo de cara. A pista tem uma combinação entre retas de alta velocidade e curvas de baixa, então a unidade de potência tem um papel dominante na recuperação de energia e no uso desta energia. Também é necessário ter dirigibilidade no motor, além de eficiência aerodinâmica”, listou.

“Não estamos falando de pressão aerodinâmica máxima, isso não é necessário aqui. E no geral é isso que nos deu a vantagem e fez com que fosse uma das melhores pistas para nós desde 2014.”

A explicação de Wolff tem a ver com o que acredita-se ser a vantagem da Red Bull sobre a Mercedes: em circuitos nos quais é necessário usar a carga máxima de pressão aerodinâmica, o carro de Daniel Ricciardo e Max Verstappen tem dado indícios de ser superior, como foi em Mônaco. Nas próximas pistas do calendário, mesmo com a predominância de trechos de alta velocidade, não se espera um domínio tão grande. A próxima corrida será disputada dia 3 de julho, na Áustria.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
AFP
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Blog do Carsughi
Redação
Redação
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Blog do Carsughi
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Redação
Topo