Fórmula 1

Uma porta a menos para brasileiros? Haas indica que deve manter pilotos

Sergio Perez/Reuters
Imagem: Sergio Perez/Reuters

Julianne Cerasoli

Do UOL, em Londres (ING)

13/07/2016 06h00

Quando Romain Grosjean anunciou que trocaria a Lotus pela novata Haas ano passado, muita gente no paddock achou que seria uma manobra arriscada do francês. Afinal, as últimas equipes que tinham começado do zero na Fórmula 1 não tinham tido muito sucesso ou acabaram desaparecendo após algumas temporadas. Porém, os norte-americanos têm feito um grande trabalho, ocupando a oitava colocação no campeonato e, com isso, a Haas passou a ser uma opção atraente no meio do pelotão.

Atualmente, o time tem o próprio Grosjean garantido para o ano que vem, e Esteban Gutierrez declarou, no final de semana do GP da Áustria, que sabe o que vai fazer em 2016. Perguntado pelo UOL Esporte se isso significa que o mexicano continua no time, o chefe Guenther Steiner desconversou.

“Não sei. Nada foi decidido e nem foi conversado. Na verdade, eu conversei especificamente com Gene e ele disse que não vamos falar de pilotos antes que a temporada europeia termine. É uma distração. No final das contas, todos sabemos o que cada um pode fazer, mas precisamos ver, enquanto equipe, o que queremos conquistar enquanto equipe. E também nunca é algo simples, nunca é só uma questão de ligar para alguém e acertar, sempre há negociações. Basicamente, não queremos falar sobre pilotos porque nossas opiniões podem ser mal interpretadas.”

Porém, o alemão deu a entender que o time deve apostar na continuidade de seus atuais pilotos. “Acho que todos que estão aqui estão fazendo um bom trabalho. Não temos problemas nem com nosso pessoal do lado técnico, nem com nossos pilotos. Todos estão muito felizes.”

Questionado sobre o tipo de piloto que poderia preencher a vaga, especialmente em um ano no qual haverá uma grande mudança de regulamento e a experiência contará muito, Steiner voltou a elogiar Gutierrez.

“Acho que Esteban tem bastante experiência. Ele está no seu terceiro ano: o quanto mais de experiência você quer? Acho que não falta experiência para ele.”

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A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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