Fórmula 1

Apple estaria de olho em ações da F-1. O preço? 8 bilhões de dólares

Divulgação
Um dos grandes motivos para a compra seria o lucro para a Apple TV Imagem: Divulgação

Do UOL, em Barcelona (ESP)

14/07/2016 07h00

A Apple poderia usar a Fórmula 1 para entrar no mercado automobilístico, de acordo com rumores veiculados nesta semana. A marca norte-americana, que estaria preparando seu primeiro modelo de carro, totalmente elétrico, teria interesse em comprar parte significativa das ações da categoria.

O promotor da F-1, Bernie Ecclestone, já deixou claro que a CVC Capital, que tem 35% das ações da categoria, está buscando compradores. O preço estaria perto dos 8 bilhões de dólares.

A Apple, por sua vez, tem como praxe adquirir empresas menores e startups. Porém, tanto os direitos televisivos, quanto a possibilidade de dar mais visibilidade ao chamado Projeto Titã, um carro elétrico que a empresa estaria desenvolvendo, viabilizariam o projeto. A informação é do respeitado jornalista Joe Saward.

Há meses Ecclestone procura um comprador para as ações da CVC, chegando a dizer que “há vários interessados” ainda no final do ano passado. Porém, não há informações oficiais sobre potenciais compradores.

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A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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