Fórmula 1

Como a Williams deixou de ter pit stops "desastrosos" para ser a melhor

Julianne Cerasoli

Do UOL, em Barcelona (ESP)

18/07/2016 06h00

O próprio Felipe Massa reconhece: os pit stops da Williams eram um desastre. Em várias oportunidades nos últimos dois anos os pilotos perderam tempo durante suas paradas. E o problema era quase sempre na mesma roda dianteira esquerda.

Depois de muita pesquisa e do desenvolvimento de novas peças, tanto para a pistola, quanto no encaixe da roda em si, a Williams fez o melhor tempo em nove  das 10 etapas disputadas até aqui e, de quebra, bateu o recorde da troca de pneus mais rápida da história, com Massa, em Baku.

“Conseguimos bater esse recorde, que é histórico: o pit stop mais rápido do mundo em um carro de corrida”, destacou o brasileiro, ouvido pelo UOL Esporte. “Mas é um trabalho que tem sido muito bom por toda temporada. Foi um prazer imenso participar desse recorde - não só para mim, como também para os mecânicos que fizeram parte disso. Foi um trabalho imenso para melhorar os pit stops, que eram um desastre nos últimos anos. Estamos mais confiantes tanto da parte deles, quanto nossa, parando no lugar certo. Tomara que possamos bater de novo esse recorde.”

O chefe de performance, Rob Smedley, explicou de onde veio a verdadeira revolução que ocorreu com os pit stops.

“Muito trabalho duro. Foi um trabalho muito bom de colaboração de todos, em diversos grupos, para identificar as áreas deficitárias, e depois alterando o design das peças. E também houve muito trabalho dentro da equipe, na coordenação, quantidade de treinos que fazemos, tudo isso se torna relevante para quando chega a corrida”, afirmou o engenheiro.

“É muito claro, não é segredo. Não conseguíamos tirar as rodas. Estávamos demorando 1s5 a 2s5 mais do que os demais para tirar as rodas nos pit stops. Foi um grande esforço particularmente do setor de suspensão para resolver isso. E isso nos deixa com mais estratégias a disposição, mais táticas em aberto. Acho que muita gente não vê o quanto a perda de 1s tem grandes ramificações nas táticas.”

A chefe da equipe, Claire Williams, lembrou que a culpa não era dos mecânicos em si. “Sabíamos que tínhamos uma fraqueza no pit stop e que isso não tinha nada a ver com a performance dos nossos mecânicos, era mais porque tínhamos um problema em nossas pistolas e porcas. Resolvemos esse problema e agora estamos vendo a performance.”

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