Fórmula 1

Após bater Hamilton e Alonso, Button diz que não se sente injustiçado

Mark Thompson/Getty Images
Imagem: Mark Thompson/Getty Images

Julianne Cerasoli

Do UOL, em Budapeste (HUN)

19/07/2016 06h00

Jenson Button raramente é citado quando se fala dos maiores pilotos da atualidade. Mesmo sendo campeão em 2009, o inglês nunca teve o status de rivais como Fernando Alonso ou Lewis Hamilton. O piloto da McLaren, porém, tem um dado impressionante no currículo: foi o único piloto a ter feito mais pontos que o espanhol e o inglês ao longo de uma temporada com o mesmo carro.

No caso de Hamilton, isso aconteceu em 2011, no segundo dos três anos em que os dois correram juntos na McLaren, em um ano marcado pela instabilidade do inglês. Hoje em dia, contudo, Button diz que não saberia dizer se o cenário se repetiria. “Não passo nenhum tempo com Lewis. Não sei a pessoa que ele é, não o conheço. Acho que é uma pergunta que ninguém pode responder a não ser ele mesmo.”

Na soma dos três anos em que foi companheiro de Hamilton, inclusive, Button leva vantagem em termos de pontos. Já na comparação com Alonso, o inglês foi superior na temporada passada.

Perguntado pelo UOL Esporte como se sente por não ter tanto reconhecimento quanto os demais, Button garantiu que a opinião alheia não o interessa.

“O mais importante na vida é fazer o melhor que você puder e curtir o que você está fazendo. É o que importa. O fato das pessoas falarem bem ou mal de você não afeta a sua vida. A questão é o quanto você chega em seus limites. Todos queremos ser os melhores no que fazemos. As pessoas podem te julgar, mas é só uma opinião.”

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Blog do Carsughi

Blog do Carsughi

A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Topo