Fórmula 1

Rosberg faz pole e escapa de punição; Massa bate e largará em 18º

Sutton Images/Divulgação/F1
Felipe Massa bateu o carro durante treino Imagem: Sutton Images/Divulgação/F1

Julianne Cerasoli

De Budapeste, na Hungria

23/07/2016 10h45

Uma forte chuva castigou a cidade de Budapeste durante os treinos para o GP da Hungria, na manhã deste sábado (23). Entretanto, o temporal não foi suficiente para atrapalhar o desempenho de Nico Rosberg, que conseguiu obter a pole position no final do treino. O piloto alemão cravou tempo de 1m19s965 e assegurou a posição para o GP da Hungria. Entretanto, a pole position de Nico precisou ser revista, já que o atleta teria ignorado a sinalização de bandeira amarela. 

Seu companheiro de Mercedes, Lewis Hamilton, largará na segunda colocação após percorrer o circuito em 1m20s108. A terceira colocação ficou com Daniel Ricciardo, da Red Bull, com 1m20s280. 

F-1/Oficial
Massa perdeu o controle da Williams no treino em Budapeste Imagem: F-1/Oficial

Os brasileiros viveram realidades distintas durante a classificação: Felipe Massa bateu ainda na primeira parte do treino, sob chuva, e larga apenas em 18º. Já Felipe Nasr andou muito bem com a pista molhada e chegou a colocar a Sauber em primeiro durante o Q1. Após a pista secar, o brasileiro acabou se classificando na 16ª colocação.

Após assegurar a pole, Rosberg celebrou o desempenho positivo em um treino tão complicado, especialmente por conta da forte chuva que assolou o circuito de Hungaroring.

"Foi um treino realmente desafiador. No fim, foi fantástico pelo fato da pista ter secado. Eu consegui uma excelente volta na última tentativa. Foi fantástico, estou muito feliz com isso", declarou o piloto.

A pole position poderia ter ficado com Lewis Hamilton. Até o final do treino, o melhor tempo era do piloto britânico, mas o desempenho de Rosberg na última volta fez com que ele caísse para a segunda colocação. Contudo, o piloto da Mercedes gostou de seu desempenho no treino.

"Eu me senti bem na minha última volta. Foi uma infelicidade o que aconteceu com o Fernando (Alonso), mas essas coisas acontecem. Nós ainda temos uma longa corrida em frente e eu darei tudo de mim lá", salientou Hamilton.

O GP da Hungria, décima etapa do campeonato, tem largada às 9h do domingo, pelo horário de Brasília. Nas últimas cinco corridas, Rosberg viu a vantagem de 43 pontos para Hamilton despencar para apenas um.

Q1

A classificação começou com um atraso de 20 minutos devido a uma forte chuva que começou a cair cerca de 40 minutos antes do horário programado para os carros entrarem na pista.

Os pilotos, contudo, tiveram a chance de fazer apenas uma volta lançada antes da chuva piorar e a direção de prova paralizar o treino, com 13min para o final do Q1. Nesse momento, as duas Mercedes estavam na zona de eliminação.

O treino chegou a ser reiniciado, mas logo Marcus Ericsson escapou e bateu, provocando uma nova interrupção, com nove minutos para o final do Q1. Nesse meio tempo, as Mercedes conseguiram melhorar suas marcas e jogaram as Toro Rosso para a zona de eliminação. No terceiro reinício, como a pista já estava secando, as Red Bull, Haas, Williams e Vettel apostaram em usar os pneus intermediários. Felipe Nasr chegou a liderar a sessão antes que Felipe Massa perdeu o controle de sua Williams ao tocar na zebra da curva 4 e bateu, causando uma nova bandeira vermelha.

O treino seria paralisado novamente após uma terceira batida, de Rio Haryanto, com 1min18 para o final. Sem mais tempo para novas tentativas, as duas Manor foram eliminadas, junto das duas Renault, Felipe Massa e Marcus Ericsson. O brasileiro vai largar na 18ª colocação.

Q2

Com o sol dando as caras, a pista secou rapidamente e Valtteri Bottas foi o primeiro a arriscar colocar pneus de pista seca, indo para o topo da tabela de tempos e fazendo com que os demais trocassem seus pneus.

Sob condições difíceis, com alguns trechos ainda molhados, quem se sobressaiu foi Fernando Alonso, que deu algumas voltas rápidas e se tornou o líder, com quase meio segundo de vantagem para o segundo. Felipe Nasr chegou a se colocar em quarto, mas acabou sendo eliminado, caindo para 16º no final do Q2. Os dois pilotos da Haas, Perez, Kvyat e a surpresa Kimi Raikkonen também ficaram pelo caminho. O finlandês vai largar em 14º.

Q3

No terceiro e decisivo treino, Nico Rosberg conseguiu obter a pole position no final do treino. O piloto alemão cravou tempo de 1m19s965 e assegurou a posição para o GP da Hungria. Seu companheiro de Mercedes, Lewis Hamilton, largará na segunda colocação após percorrer o circuito em 1m20s108. A terceira colocação ficou com Daniel Ricciardo, da Red Bull, após cravar tempo de 1m20s280.

Contudo, a pole obtida por Rosberg ainda passou por revisão. O alemão conseguiu a marca quando a organização havia mostrado a bandeira amarela aos pilotos após Fernando Alonso, da McLaren, rodar na pista. A FIA está avaliou o ocorrido, mas decidiu manter o resultado.

1. Nico Rosberg ALE Mercedes-Mercedes 1m 19.965s 
2. Lewis Hamilton ING Mercedes-Mercedes 1m 20.108s 
3. Daniel Ricciardo AUS Red Bull-TAG 1m 20.280s 
4. Max Verstappen HOL Red Bull-TAG 1m 20.557s 
5. Sebastian Vettel ALE Ferrari-Ferrari 1m 20.874s 
6. Carlos Sainz ESP Toro Rosso-Ferrari 1m 21.131s 
7. Fernando Alonso ESP McLaren-Honda 1m 21.211s 
8. Jenson Button ING McLaren-Honda 1m 21.597s 
9. Nico Hulkenberg ALE Force India-Mercedes 1m 21.823s 
10. Valtteri Bottas FIN Williams-Mercedes 1m 22.182s 

11. Romain Grosjean FRA Haas-Ferrari 1m 24.941s 
12. Daniil Kvyat RUS Toro Rosso-Ferrari 1m 25.301s 
13. Sergio Perez MEX Force India-Mercedes 1m 25.416s 
14. Kimi Raikkonen FIN Ferrari-Ferrari 1m 25.435s 
15. Esteban Gutierrez MEX Haas-Ferrari 1m 26.189s 
16. Felipe Nasr BRA Sauber-Ferrari 1m 27.063s 

17. Jolyon Palmer ING Renault-Renault 1m 43.965s 
18. Felipe Massa BRA Williams-Mercedes 1m 43.999s 
19. Kevin Magnussen DIN Renault-Renault 1m 44.543s 
20. Marcus Ericsson SUE Sauber-Ferrari 1m 46.984s 
21. Pascal Wehrlein ALE Manor-Mercedes 1m 47.343s 
22. Rio Haryanto IDN Manor-Mercedes 1m 50.189s 

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Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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