Fórmula 1

Não é só Vila Olímpica: Massa relembra paddock inacabado de Interlagos

José Cordeiro/ SPturis
Obras no paddock do Autódromo de Interlagos devem acabar em setembro Imagem: José Cordeiro/ SPturis

Julianne Cerasoli

Do UOL, em Barcelona (ESP)

04/08/2016 06h00

Quando chegaram para os Jogos Olímpicos que começam nesta sexta-feira no Rio de Janeiro, muitos atletas encontraram instalações que deixam muito a desejar, especialmente na Vila Olímpica, que passou por obras emergenciais para estar em condições de receber os profissionais.

Para Felipe Massa, isso não é novidade. Perguntado pelo UOL Esporte sobre as reformas inacabadas que já encontrou em seus mais de 15 anos de Fórmula 1, o piloto lembrou justamente do exemplo do GP do Brasil do ano passado, que recebeu a categoria com um paddock longe de estar acabado.

Após assinar um contrato que previa as obras, a organização do GP Brasil adotou um plano de três anos para concluir a prova, começando por renovações na pista em si em 2014, a ampliação do paddock no ano seguinte e a conclusão neste ano.

Porém, a situação em que as equipes encontraram as instalações ano passado em Interlagos gerou críticas. Alguns times tiveram problemas especialmente com a falta de água nos primeiros dias. Na época, foi levantada a questão do acabamento da instalação dos vidros não levar em consideração o risco de chuvas fortes, podendo não ser suficiente para evitar a inundação das construções onde as equipes se instalam. Porém, os organizadores justificaram que isso havia ocorrido devido ao projeto de fazer uma cobertura no paddock, algo que não saiu do papel até hoje está previsto apenas para o GP do Brasil de 2017.

“Na Índia, tinha umas paredes meio tortas, alguma falta de organização”, lembrou Massa. “Mas não podemos esquecer do que aconteceu no Brasil ano passado. Falei na época que poderiam ter feito um acabamento um pouco melhor e fui muito criticado pelas pessoas da organização, que disseram que eu não deveria ter comentado. Mas só dei minha opinião”, destacou o brasileiro, que acredita que esse tipo de episódio justifica as críticas recebidas pelo país.

“Quem sou eu para falar sobre obra? Não sou ninguém, mas posso chegar em um lugar e ver que não está acabado e ter minha opinião sobre isso. Se não tivesse nenhum tipo de acontecimento desse tipo, não teria o que falar.”

Para este ano, a organização do GP Brasil promete a entrega de toda a obra completa do novo paddock, ainda que sem a cobertura, e do prédio de uso comum das equipes, que teve apenas o primeiro andar usado ano passado. O piso do paddock também foi reformulado para melhorar a drenagem.

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