Fórmula 1

Ferrari perde terreno e vive crise: entenda os 5 problemas do time em 2016

FERENC ISZA/AFP
Imagem: FERENC ISZA/AFP

Julianne Cerasoli

Do UOL, em Barcelona (ESP)

18/08/2016 06h00

A Ferrari começou o ano prometendo incomodar o domínio da Mercedes. Afinal, o time italiano vinha de uma evolução maior do que a esperada até mesmo dentro de Maranello, com três vitórias em 2015, e havia arriscado na reformulação de sua unidade de potência.

Mas a temporada até aqui vem sendo marcada por velhos problemas comuns na Scuderia, como a falta de desenvolvimento do carro e problemas internos. O resultado é a terceira colocação no campeonato e poucas expectativas de melhora a curto prazo.

Entenda os 5 grandes problemas da Ferrari em 2016:

1. (Des)comando: Uma das grandes apostas da Ferrari era a continuidade de um grupo que começou bem em 2015, com a direção técnica de James Allison e a chefia de Maurizio Arrivabene. Mas o britânico, envolto com problemas pessoais após a morte repentina da esposa em março e descontente com as intervenções dos dirigentes, acertou sua saída antes da pausa de agosto, enquanto o comandante vive constantemente a ameaça de demissão. Enquanto isso, o presidente Sergio Marchionne vem interferindo até em reuniões de estratégia, o que não ajuda no ambiente interno do time.

2. Desenvolvimento travado: A própria equipe reconhece que o carro não ganhou nada em termos de aerodinâmica desde o GP da Espanha, em maio. O afastamento de Allison após a morte da esposa atrapalhou, mas a falta de desenvolvimento ao longo da temporada tem sido uma constante na Scuderia desde o fim da era Ross Brawn, em 2006.

3. Turbo faminto: O problema foi atenuado com a atualização que estreou no GP do Canadá, mas o motor da Ferrari ainda fica devendo em relação ao Mercedes. A diferença se vê principalmente na classificação, em que os três times equipados com o motor italiano - Ferrari, Haas e Sauber - ficam devendo em relação a seus ritmos de corrida. A causa seria um modo de classificação menos eficiente.

4. Estratégias conservadoras: Há quem diga que a Ferrari poderia ter pelo menos duas vitórias neste ano, mas táticas conservadoras acabaram com qualquer chance que Sebastian Vettel poderia ter tido em corridas as quais liderava quando entrou nos boxes, na Austrália e no Canadá. E estes não foram os únicos erros do time em termos de estratégia no ano.

5. Astro abaixo do esperado: Vettel é o primeiro a admitir que não vem pilotando tão bem quanto deveria nesta temporada. Especialmente em classificações, o alemão tem tido dificuldade em fazer voltas perfeitas. Raikkonen, por sua vez, tem obtido resultados melhores do que nos últimos anos (nos quais foi bastante mal, é verdade) e talvez este seja o único ponto positivo da Scuderia até aqui em 2016.

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