Fórmula 1

Com times focados em 2017, pneus devem ditar ritmo na segunda metade do ano

Mark Thompson/Getty Images
Imagem: Mark Thompson/Getty Images

Julianne Cerasoli

Do UOL, em Barcelona (ESP)

19/08/2016 06h00

Depois de três anos de domínio da Mercedes, desde a introdução dos motores V6 turbo híbridos, as equipes veem uma chance de ouro de bater o time alemão com a adoção de novas regras na próxima temporada, e já estão com seus projetos para 2017 a pleno vapor mesmo meses antes do início do campeonato.

Isso, contudo, deve ter um ‘efeito colateral’ na segunda metade do campeonato deste ano. Com os recursos cada vez mais voltados para 2017, o desenvolvimento dos carros atuais ficará de lado, e a expectativa é de que a ordem entre as equipes não se modifique tanto nas nove etapas que ainda vêm pela frente.

Mas isso não significa que o campeonato está definido: envolvido em uma briga bastante apertada com Force India, Toro Rosso e McLaren, o diretor técnico da Williams, Pat Symonds, alerta para a influência que os pneus podem ter na segunda metade do ano.

“Acredito que, em termos de relação de forças entre as equipes, as coisas ficarão mais estáticas a partir de agora. Mas o problema é que não há muitos de nós que estão dominando estes pneus. Estamos em uma situação em que, quando nos acertamos com os pneus, temos um bom final de semana. No seguinte, usamos os mesmos parâmetros e o resultado é completamente outro - e outra equipe vai bem. Vamos ter esses altos e baixos”, aposta o engenheiro, ouvido pelo UOL Esporte.

Apesar da dificuldade que as equipes têm tido de entender o comportamento dos pneus, Symonds não acredita que as escolhas dos compostos, que são mais livres nesta temporada e que geraram diversas variáveis especialmente nas primeiras corridas, sejam um fator tão importante a partir de agora.

“Não temos visto tantas variações, os padrões começaram a aparecer e agora já estamos fazendo escolhas com mais experiência, então provavelmente a tendência é que as escolhas sejam cada vez mais semelhantes”, observa.

“O motivo pelo qual a Pirelli está tentando controlar tanto as pressões é porque eles acham que somos apostadores, mas não somos: somos pessoas muito inteligentes e sabemos o que estamos fazendo. Então não acho que vamos arriscar.”

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