Fórmula 1

Hamilton pode conquistar o tri consecutivo. Mas não gosta dos carros da F-1

Sascha Schuermann/AFP
Imagem: Sascha Schuermann/AFP

Julianne Cerasoli

Do UOL, em São Paulo

07/09/2016 10h19

Lewis Hamilton é o piloto de maior sucesso dos últimos anos da Fórmula 1, tendo vencido os mundiais de 2014 e 2015 e é, atualmente, o líder do campeonato, tendo grandes chances de conquistar um tri consecutivo. O inglês, contudo, não esconde sua decepção com o estado da categoria - e com a expectativa de que pouco vai mudar mesmo com a adoção de um novo regulamento para o ano que vem.

Em 2017, a Fórmula 1 terá pneus mais largos e carros com asas maiores e outras alterações aerodinâmicas, com a promessa de que ficarão 5s por volta mais rápidos. No entanto, Hamilton acredita que outras regras, como o limite de combustível e as próprias características das unidades de potência híbridas, adotadas em 2014, signifiquem que pouco vai mudar.

“Para nós, que começamos no kart, sempre forçamos desde o início, era como uma corrida de sprint até o final. A Fórmula 1 hoje já não é mais assim, é uma questão de preservar os pneus, as baterias, o turbo, todos esses elementos que não são o que as pessoas ligam a TV para ver”, defendeu o tricampeão, que conquistou seu primeiro título em 2008, com outro tipo de regulamento.

“Em relação às regras, os carros serão exatamente iguais ano que vem. A aparência será diferente, mas teremos os mesmos problemas de hoje: vamos ter de tirar o pé assim que fizermos a largada e geralmente não estaremos forçando 100% como costumávamos fazer. Antigamente, as corridas eram mais extremas, era como um sprint.”

“O carro do ano que vem será ainda mais pesado, provavelmente não vai ter muita aderência. O carro será provavelmente mais rápido, mas terá as mesmas características. Eu posso estar errado, mas é muito provável que seja assim. Nossa pilotagem será a mesma, mas com um carro mais pesado, e vamos ter de economizar combustível, pneus, fazer as mesmas coisas.”

Depois de duas vitórias seguidas de Nico Rosberg, Hamilton viu sua vantagem na liderança do campeonato cair de 19 para dois pontos. A próxima etapa será disputada dia 18, em Cingapura.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Blog do Carsughi

Blog do Carsughi

A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Topo