Fórmula 1

Para Red Bull, pressão de dupla sobre Mercedes causou problema de Hamilton

AP Photo/Brian Ching
Hamilton liderava GP da Malásia a 15 voltas do fim, mas abandonou com motor estourado Imagem: AP Photo/Brian Ching

Do UOL, em São Paulo

04/10/2016 16h16

Lewis Hamilton liderava o Grande Prêmio da Malásia de Fórmula 1, no último domingo. A 15 voltas do fim, porém, teve problemas no motor de sua Mercedes e precisou abandonar a corrida. A culpa do problema? Foi da Red Bull.

Pelo menos é o que afirma a própria equipe austríaca. Segundo Helmut Marko, assessor da escuderia, a pressão da dupla Daniel Ricciardo e Max Verstappen atrás de Hamilton obrigou o britânico a forçar demais seu ritmo, provocando os problemas da unidade de potência de sua Mercedes. No fim, Ricciardo venceu a corrida, com Verstappen em segundo.

“Minha opinião é que, muito provavelmente, fizemos ele forçar até que o motor explodiu”, disse Marko ao site oficial da Fórmula 1. “Estivemos pressionando Lewis permanentemente, tentando reduzir sua vantagem, porque sabíamos que ele teria que abrir uma brecha. E pisar fundo no acelerador por tanto tempo provavelmente não era o melhor para seu motor”, completou.

Ao longo do final de semana na Malásia, a Red Bull se mostrou a mais próxima do ritmo da Mercedes. No treino de classificação, a dupla da equipe austríaca conquistou a segunda fila no grid, justamente atrás de Lewis Hamilton (pole position) e Nico Rosberg (segundo colocado, terceiro na corrida). A Ferrari colocou Sebastian Vettel em quinto na largada (abandonando já na primeira volta) e Kimi Raikkonen em sexto (foi o quarto colocado).

Por isso, para Helmut Marko, a dupla da Red Bull poderia superar Hamilton mesmo sem a quebra de motor do britânico. “Se Lewis não tivesse abandonado, teríamos uma carta na manga, mas não vou dizer qual era. Com dois carros de diferentes estratégias, poderíamos ter atacado de todas as maneiras até o final da corrida”, assegurou.

E mesmo a Mercedes reconhece: a Red Bull foi uma ameaçada para o time ao longo do final de semana. Pelo menos, na opinião de Toto Wolff, diretor esportivo do time alemão.

“A Red Bull fez tudo bem”, avaliou Wolff. “Tínhamos que abrir uma brecha de 23 segundos para evitar riscos – e estávamos conseguindo, mas antes do que fosse suficiente, quando estávamos a ponto de uma parada nos boxes, o motor explodiu”, acrescentou.

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