Fórmula 1

Pilotos se unem para pressionar FIA e ganham briga sobre bandeiras amarelas

Mark Thompson/Getty Images
Imagem: Mark Thompson/Getty Images

Julianne Cerasoli

Do UOL, em Suzuka (Japão)

07/10/2016 18h00

Os pilotos da Fórmula 1 pressionaram, e a direção de prova resolveu um problema que vinha causando polêmica nas últimas provas: a partir de agora, quando houver uma bandeira amarela dupla na classificação, os tempos de volta serão abortados.

A medida busca forçar que os pilotos respeitem a regra, que pede que o piloto “desacelere e esteja pronto para parar o carro” em trechos sob bandeira amarela dupla, que indica uma situação de perigo claro. No entanto, as diferentes interpretações dos comissários nas últimas provas desagradaram os pilotos, que cobraram uma posição definitiva do diretor de provas, Charlie Whiting.

A conversa aconteceu na Malásia, durante a reunião que os pilotos tradicionalmente fazem às sextas-feiras com o britânico. Na ocasião, Sergio Perez questionou uma punição recebida na prova anterior, ao passo que Nico Rosberg tinha saído ileso no GP da Hungria, dois meses antes.

Diante do impasse, os pilotos se uniram para pedir a Whiting que todos os casos fossem tratados da mesma forma, sem dar margem a interpretações. E a solução foi simplesmente anular automaticamente as voltas.

“Todo mundo sabe o que tem de fazer. Se tiver bandeira amarela dupla, não adianta fazer nada porque sua volta não vai valer. É uma coisa que pode acontecer aqui”, salientou Felipe Massa.

De fato, a classificação do GP do Japão costuma ser uma das mais problemáticas do ano, uma vez que os muros próximos e a falta de áreas de escape asfaltadas apresentam um desafio a mais aos pilotos.

Assim, o fato da questão estar totalmente esclarecida antes dos carros entrarem na pista de Suzuka para a definição do grid, a partir das 3h da madrugada do sábado, pelo horário de Brasília, foi comemorada por Felipe Nasr.

“Apoiei a decisão. Fica claro para nós porque se tornou algo igual para todo mundo. Não fica aquela coisa ‘um freei do jeito X, eu tirei o pé do jeito Y’. Em uma situação de perigo, agora temos de abortar a volta. E, nessa pista, nem preciso citar os problemas que já tivemos - ainda mais em condições adversas, como chuva.Aí você tem de ter muito cuidado.”

O brasileiro se refere ao acidente fatal de Jules Bianchi, ocorrido no GP do Japão de 2014, sob forte chuva. Uma série de fatores levaram o francês a bater violentamente contra um trator que fazia a remoção de outro carro em um setor em que era mostrada a bandeira amarela.

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