Fórmula 1

Mercedes pede punição a Verstappen por briga com Hamilton, mas volta atrás

Charles Coates/Getty Images
Imagem: Charles Coates/Getty Images

Julianne Cerasoli

Do UOL, em Suzuka (Japão)

09/10/2016 07h14

A maneira agressiva como Max Verstappen se defendeu dos ataques de Lewis Hamilton nas voltas finais do GP do Japão não agradou a equipe Mercedes. O time chegou a entrar com um recurso pedindo que o holandês fosse punido, mas desistiu pouco tempo depois. Lewis Hamilton chegou a  questionar o pedido do time via twitter e, poucos minutos depois, a equipe retirou o protesto. Assim, o resultado do GP do Japão foi confirmado.

A queixa é de que Verstappen fez o movimento de defesa, fechando Hamilton, já no ponto de freada, o que não é permitido pelas regras. O protesto leva leva em consideração o texto do artigo 27.5 do Regulamento Esportivo, que diz que “em momento algum um carro pode estar desnecessariamente lento, pilotado de forma errática ou de maneira potencialmente perigosa para os outros pilotos ou qualquer outra pessoa. Isso se aplica se o carro está na pista, na entrada dos boxes ou no pitlane.”

Após a prova, Wolff lembrou que esse tipo de defesa de posição é comum para Verstappen - e que o holandês nunca fora punido por conta disso.

“Eu defendo um lado, claro, e vocês vão se surpreender com minha resposta. Sou um cara de corridas e gosto de disputas duras, então ele é uma novidade. Ele defende de forma muito dura. Mas as regras dizem outra coisa. As regras dizem que você não pode mover o carro na freada, porém ele não foi punido até agora, então acho que precisamos saber o que é permitido ou não. Sob a minha perspectiva, contudo, disputas duras são ok.”

Hamilton, por sua vez, não deu importância ao ocorrido. “Não importa agora. Aconteceu e vamos seguir em frente”, disse o inglês, que chegou em terceiro e viu o companheiro Nico Rosberg vencer e abrir 33 pontos na liderança do campeonato com quatro provas para o final.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Blog do Carsughi

Blog do Carsughi

A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Blog do Carsughi
Grande Prêmio
Esporte Ponto Final
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Topo