Fórmula 1

Hamilton é o mais rápido e brasileiros testam o halo em 1º treino no México

Reprodução/Twitter
Imagem: Reprodução/Twitter

Julianne Cerasoli

Do UOL, na Cidade do México (MEX)

28/10/2016 14h29

Com frio e uma pista bastante suja, Lewis Hamilton começou as atividades do GP do México na frente no primeiro treino livre disputado no Autódromo Hermanos Rodriguez. O inglês foi bem mais rápido que o líder do campeonato, Nico Rosberg, que foi apenas o sétimo. O alemão da Mercedes tem chances matemáticas de ser campeão neste final de semana caso vença e o inglês não chegue acima da décima colocação.

A segunda posição ficou com Sebastian Vettel e a terceira, com Kimi Raikkonen, ambos da Ferrari. As Force India também fizeram bonito. Correndo em casa, Sergio Perez usou os meus supermacios para ser o quarto, seguido pelo companheiro Nico Hulkenberg.

A sessão foi marcada ainda pela primeira vez que os dois pilotos brasileiros testaram o halo, proteção do cockpit que deve ser adotada a partir da temporada 2018 e que passa atualmente por estudos. Tanto Felipe Massa, que fechou o treino em nono, quanto Felipe Nasr fizeram somente uma volta de instalação com o dispositivo.

No caso do piloto da Sauber, a experiência durou até menos que isso. O brasileiro vinha com o carro desequilibrado e subiu em uma zebra. Quando reacelerou para entrar na maior reta do circuito, sua asa dianteira explodiu, fazendo-o perder tempo de pista. No final, Nasr foi o 17º após apenas 11 voltas, sendo um dos pilotos com menos voltas completadas. A Sauber ainda investiga o motivo da falha.

Outro que teve problemas foi Max Verstappen, que teve um princípio de incêndio em seus freios traseiros. Até por conta do ar rarefeito - o GP do México é disputado, de longe, no circuito mais alto em relação ao nível do mar do calendário - e das características da pista, os freios são um ponto crítico para as equipes neste final de semana. Porém, o holandês só havia dado 10 voltas antes do fogo, que o tirou do restante da sessão.

A pista esteve em constante evolução durante o treino, com Hamilton chegando a superar, com pneus médios, o tempo que fizera com os macios, teoricamente um segundo mais rápidos. Isso também serve para colocar sob perspectiva os tempos das Ferrari, feitos na parte final da prova e com os pneus macios, o que comprova a vantagem da Mercedes.

Pouco usado durante o ano e em um final de semana em que há poucas categorias de suporte, o circuito estava bastante sujo. O frio de 13ºC na manhã mexicana também não ajudou a leitura do desempenho dos carros.

A segunda sessão de treinos livres da sexta-feira começa às 17h pelo horário de Brasília. A classificação será às 16h do sábado e a largada será às 17h do domingo.

Confira os tempos da 1ª sessão de treinos livres para o GP do México

1. Lewis Hamilton ING Mercedes-Mercedes 1m 20.914s
2. Sebastian Vettel ALE Ferrari-Ferrari 1m 20.993s
3. Kimi Raikkonen FIN Ferrari-Ferrari 1m 21.072s
4. Sergio Perez MEX Force India-Mercedes 1m 21.200s
5. Nico Hulkenberg ALE Force India-Mercedes 1m 21.409s
6. Valtteri Bottas FIN Williams-Mercedes 1m 21.447s
7. Nico Rosberg ALE Mercedes-Mercedes 1m 21.673s
8. Daniel Ricciardo AUS Red Bull-TAG 1m 21.727s
9. Felipe Massa BRA Williams-Mercedes 1m 21.836s
10. Daniil Kvyat RUS Toro Rosso-Ferrari 1m 22.215s
11. Romain Grosjean FRA Haas-Ferrari 1m 22.500s
12. Carlos Sainz Jr ESP Toro Rosso-Ferrari 1m 22.563s
13. Marcus Ericsson SUE Sauber-Ferrari 1m 22.723s
14. Max Verstappen HOL Red Bull-TAG 1m 22.877s
15. Esteban Gutierrez MEX Haas-Ferrari 1m 22.910s
16. Fernando Alonso ESP McLaren-Honda 1m 23.089s
17. Jenson Button ING McLaren-Honda 1m 23.089s
18. Kevin Magnussen DIN Renault-Renault 1m 23.342s
19. Felipe Nasr BRA Sauber-Ferrari 1m 23.556s
20. Esteban Ocon FRA Manor-Mercedes 1m 24.083s
21. Jolyon Palmer ING Renault-Renault 1m 24.097s
22. Pascal Wehrlein ALE  Manor-Mercedes 1m 24.350s

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Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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