Fórmula 1

Com carro 'baleado', Nasr lamenta chance perdida. E Massa celebra 9º lugar

Moisés Castillo/AP
Imagem: Moisés Castillo/AP

Julianne Cerasoli

Do UOL, na Cidade do México (MEX)

30/10/2016 22h58

Felipe Nasr andou por boa parte da prova perto da zona de pontuação, muito em função do bom ritmo com o pneu médio e de uma estratégia diferente, usando o composto mais duro no início da prova e lucrando com as paradas dos demais. Tudo estava indo de acordo com os planos até parte de sua asa dianteira se soltar, após 15 voltas, e danificar seu carro.

“A asa dianteira tem uma capa na parte da frente com um pedaço de chumbo”, explicou Nasr ao UOL Esporte. “Essa parte se descolou e atingiu o fundo do carro. Fez um buraco na parte debaixo do carro. Eu senti na hora. As análises da equipe mostraram que perdi 20 pontos de aerodinâmica com isso.”

Com tempos de volta ruins, Nasr acabou sendo alcançado pelo companheiro Marcus Ericsson e atendeu ao pedido da equipe para sair do caminho do sueco.

“Como meu carro perdeu rendimento, pediram para eu deixar o Marcus passar por estratégia. É uma pena porque, se não fosse esse problema da asa, era para chegar bem mais à frente. Comecei a perder quase um segundo por volta”, lembrou o brasileiro, que terminou em 15º.

Já Felipe Massa ficou contente com o nono lugar, ajudando a Williams na batalha com a Force India ao ficar à frente de Sergio Perez, que ficou por boa parte da prova tentando ultrapassar o brasileiro.

“Foi realmente uma corrida difícil. Fiquei muito feliz com a primeira volta porque fiz várias ultrapassagens e cheguei a ser sexto. Parei para colocar o pneu médio e sofri nas primeiras 15 voltas, como aconteceu nos treinos livres. Depois, volta a volta, a aderência voltou e lutei por toda a corrida com Perez. Foi muito difícil mantê-lo atrás, mas forcei muito então estou feliz com o resultado.”

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A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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