Fórmula 1

Massa e Bottas têm missão dura no México para levar Williams ao 4º lugar

Lars Baron/Getty Images
Imagem: Lars Baron/Getty Images

Julianne Cerasoli

Do UOL, na Cidade do México (MEX)

30/10/2016 06h00

Um rival bem à frente e mais veloz, e outro com a possibilidade de fazer uma estratégia melhor. A situação vivida pela Williams no GP dos Estados Unidos vai se repetir no GP do México, com largada às 17h pelo horário de Brasília.

Os rivais, no caso, são os pilotos da Force India, equipe com a qual o time luta pelo quarto lugar no mundial de construtores: Nico Hulkenberg fez excelente classificação e sai em quinto, enquanto Valtteri Bottas e Felipe Massa largam em oitavo e nono. Após errar na classificação em casa, Sergio Perez sairá de 12º e, ao contrário dos demais, que largam com os supermacios, menos duráveis, poderá escolher sua estratégia e provavelmente começará a prova com os macios para tentar fazer uma parada a menos.

O cenário é bastante parecido com o do último final de semana, quando Bottas e Hulkenberg acabaram se tocando na largada e Perez não fez uma boa corrida, chegando atrás de Massa, que conseguiu diminuir de 10 para 8 pontos a diferença entre os times.

“A situação é igual à da última corrida”, comparou o brasileiro ao UOL Esporte. “Temos de prestar muita atenção porque não será fácil. Eles têm um carro mais rápido que o nosso. Sabemos que, em corrida, podemos ter um ritmo melhor ou alguma coisa pode nos ajudar, mas sabemos que o Hulkenberg tem um carro muito rápido e que o Perez pode fazer uma parada - ele pode ter a melhor estratégia possível”.

No nosso caso, para fazermos uma parada, o pneu médio teria de ter uma degradação zero. Não é impossível, mas será bem difícil.”

A tal degradação zero citada por Massa é, de fato, uma possibilidade. Devido às características do asfalto e a resistência menor do ar, além das temperaturas relativamente baixas - a temperatura da pista não tem ultrapassado 30ºC neste final de semana - o pneu médio tem apresentado um nível de degradação muito baixo, permitindo que os pilotos completem muitas voltas mesmo forçando o ritmo.

A boa notícia para a Williams é que um dos rivais que vinha se infiltrando na briga com a Force India, Fernando Alonso, já avisou que não espera ter ritmo para lutar por resultados semelhantes neste domingo. “Nosso ritmo está mais para lutar com a Toro Rosso”, acredita o espanhol, que vem de um quinto lugar nos EUA.

Alonso larga em 11º, ao lado de Perez que, após reconhecer o erro na primeira curva que lhe tirou do Q3, salientou que espera ganhar posições na corrida por meio da estratégia. “O erro de hoje não acaba com tudo. Temos que nos recuperar e podemos mudar a estratégia. Confio que amanhã posso chegar mais à frente.”

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