Fórmula 1

Contra queda de público, chefe é a favor de 'apelar' para Taylor Swift

Clive Mason/Getty Images
Imagem: Clive Mason/Getty Images

Julianne Cerasoli

Do UOL, de São Paulo

02/11/2016 06h00

Enquanto a Fórmula 1 sofre para atrair público em algumas de suas etapas tradicionais, como os GPs da Alemanha e do Brasil, que têm tido uma tendência de queda no número de torcedores, duas corridas que estrearam nos últimos anos vêm apresentando números comparáveis aos maiores da categoria - atualmente, Austrália e Inglaterra.

O GP dos Estados Unidos bateu recorde em sua quinta edição em Austin, com 269,889 pagantes durante o final de semana, enquanto o GP do México, que retornou ao calendário ano passado após um hiato de mais de 20 anos, contou com 339,967 torcedores.

Para o chefe da Mercedes, Toto Wolff, isso é explicado pela maneira como ambos países vêm promovendo seus eventos: nos Estados Unidos, o grande chamariz foi o show da cantora Taylor Swift, enquanto no México, os pilotos locais ajudam bastante na promoção do evento.

“Tivemos duas corridas muito boas para a Fórmula 1. Em Austin, o número de torcedores foi ótimo e tudo o que foi organizado ao redor da prova foi espetacular, com muitas coisas inovadoras para entreter os torcedores e o mesmo aconteceu no México”, apontou Wolff.

“Acho que temos de olhar além do que temos como verdade para ativar os torcedores que perdemos em alguns dos países. Seria fácil se houvesse uma solução simples. Se fosse assim, o Bernie [Ecclestone, promotor da F-1] já a teria encontrado.”

O dirigente não vê problemas no fato dos torcedores serem atraídos por outros fatores fora das pistas.

“Se a Taylor Swift é a resposta, então tragamos a Taylor Swift. Se a F-1 não é mais a única atração, então temos de adicionar outras. Da mesma forma, ela não esteve no México e vimos arquibancadas cheias desde a sexta-feira. É um evento bem organizado, bem promovido, com uma grande narrativa ao redor dos dois pilotos mexicanos. Mas não acho que seja fácil tomar as decisões certas para promover um GP.”

O chefe da Mercedes comentou ainda a situação do GP da Alemanha, um dos três que ainda não estão confirmados para o ano que vem, junto de Canadá e Brasil. Os organizadores de Hockenheim têm tido dificuldade para lidar com sucessivos prejuízos.

“A Alemanha passa por uma espécie de ressaca porque tivemos campeões quase seguidos por 10 anos lá e existe uma transição para outros esportes. Mas é claro que Hockenheim merece ter muitos torcedores.”

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