Fórmula 1

De olho em dança das cadeiras, Nasr diz que fez o bastante para ficar na F1

AP Photo/Christian Palma
Imagem: AP Photo/Christian Palma

Julianne Cerasoli

Do UOL, em São Paulo

06/12/2016 12h01

Felipe Nasr é um dos pilotos que assiste atento às movimentações do mercado depois da inesperada decisão do campeão Nico Rosberg de deixar a Fórmula 1, abrindo uma cobiçada vaga na Mercedes. Apesar de não estar entre os nomes cotados para ser companheiro de Lewis Hamilton, o brasileiro tem grandes chances de se beneficiar com os desdobramentos da escolha da equipe tricampeã mundial.

Nasr está na disputa direta de uma das três últimas vagas no grid, na Sauber e na Manor. Porém, as incertezas em relação a seus patrocinadores não têm ajudado o piloto de 24 anos a encontrar um lugar para fazer sua terceira temporada na Fórmula 1. Além disso, a própria Manor vive um período de transição, com a proximidade de venda para um novo dono, o que faz com que o prazo para a definição da dupla de pilotos se estenda.

Com a saída de Rosberg, um dos grandes favoritos para assumir a vaga é Pascal Wehrlein, que surgiu nas últimas semanas como o grande candidato a tirar a vaga de Nasr na Sauber. O alemão também poderia continuar na Manor, uma vez que tem a carreira gerida pela Mercedes. Assim, sua eventual ida à Mercedes ajudaria Nasr.

Outro cenário possível é que Valtteri Bottas vá para a Mercedes e uma vaga seja aberta na Williams, podendo ser preenchida por Wehrlein por meio de um acordo com a fabricante alemã ou pelo próprio Nasr, que deixou uma boa impressão quando foi piloto de testes da equipe.

O brasileiro, por sua vez, diz ter confiança de que fez o suficiente para permanecer na categoria. “O que for para ser, será. O importante é que me sinto completo porque, nestes dois anos que eu tive, eu mostrei por que eu vim aqui. Quando tive a oportunidade de mostrar, não perdi nenhuma chance. Sempre agarrei as chances e é isso que conta. Nestes dois anos, acho que isso foi muito válido”, garantiu ao UOL Esporte.

Nasr, que foi cogitado na Williams antes da contratação do novato Lance Stroll, além de ter negociado com Renault e Force India, afirmou não se arrepender de como as oportunidades foram desaparecendo.

“Fiquei contente porque foi mais de uma equipe que apareceu dando oportunidades para nós. Mas por mil fatores - e posso ficar horas explicando - as coisas não se encaixaram. Mas não colocaria a culpa em ninguém que trabalha comigo. Acho que é da natureza do jogo.”

Nasr não coloca um prazo para a definição de seu futuro e reconhece que pode “demorar até fevereiro”, para que saiba o que fará em 2017.

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