Fórmula 1

Manor declara insolvência e complica de vez situação de Felipe Nasr na F-1

José Jordan/AFP Photo
Imagem: José Jordan/AFP Photo

06/01/2017 09h22

O ano de 2017 começa com mais uma notícia ruim para Felipe Nasr depois que a Manor anunciou que está entrando em processo de insolvência. Acredita-se que o time seja o único que ainda tem vagas no grid nesta temporada, uma vez que Pascal Wehrlein teria fechado com a Sauber. O time suíço, contudo, ainda não confirmou a contratação oficialmente.

A Manor contou com Wehrlein e Esteban Ocon, que foi para a Force India. Ambos eram pilotos bancados pela Mercedes, o que garantia os motores para o time. Ainda assim, desde o ano passado, o executivo do ramo de energia da Inglaterra, Stephen Fitzpatrick, cansado de colocar dinheiro próprio na equipe, estava procurando um comprador.

Foram vários os interessados, mas a venda acabou não sendo concluída. Nesta sexta-feira, os 200 funcionários foram comunicados de que o time está entrando em processo de insolvência, o que dificulta seriamente sua participação no campeonato com menos de 80 dias até a primeira etapa do ano, na Austrália. O processo atinge a empresa Just Racing Services Limited, que administra a equipe, e não a Manor Grand Prix Racing Ltd. e a busca por um novo comprador continua, 

Fitzpatrick revelou que os termos de venda chegaram a ser firmados com um grupo asiático, representante da rede de fast food KFC, mas o negócio não foi completado a tempo. "Por praticamente todo o ano passado negociamos com vários grupos de investidores e tínhamos finalmente chegado a um acordo com um consórcio asiático em dezembro. Isso teria dado à equipe uma base forte para continuar a crescer e a se desenvolver. Infelizmente, o tempo acabou antes que eles conseguissem completar a transação."

Não é a primeira vez que a Manor entra nesse tipo de processo. Em 2014, o time chegou a perder as últimas três etapas do ano após entrar em colapso financeiro, e só continuou no grid com a compra por parte justamente de Fitzpatrick.

A temporada de 2016 foi a melhor da equipe, que passou por vários donos desde que estreou, em 2010, com o nome de Virgin. O time estava em décimo no mundial de construtores, garantindo dezenas de milhões em premiação, até ser ultrapassado com os dois pontos marcados pela Sauber no GP do Brasil justamente com Nasr, que ainda não tem vaga no grid em 2017.

Fitzpatrick, inclusive, citou a 11ª colocação no mundial como decisiva para a atual situação da equipe. "Quando assumi a equipe em 2015, o desafio era claro: era fundamental que a equipe terminasse em 10º lugar ou acima disso em 2016. Pela maior parte da temporada, estávamos dentro da meta. Mas aquela corrida dramática no Brasil acabou com nossas esperanças e acabou trazendo dúvidas sobre nossa possibilidade de correr em 2017."

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A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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