Fórmula 1

McLaren dá indícios de retorno de pintura clássica e leva fãs à loucura

Divulgação
Imagem: Divulgação

Julianne Cerasoli

Do UOL, em São Paulo

20/01/2017 04h00

"Por favor, por favor!", pedia um torcedor nas mídias sociais da McLaren. "Estou animado, chega logo!", publicava outro. Foi só a equipe divulgar a data de lançamento de seu carro para os fãs começarem a se movimentar. E não tem nada a ver com a expectativa pelo que a máquina pode fazer na pista em si, mesmo com o time enfrentando mais de quatro anos de seca por vitórias. Mas, sim, por um detalhe: a cor.

O laranja utilizado no anúncio remete à pintura tradicional da equipe inglesa, mas foi preterido desde o início dos anos 1970 em favor das cores dos patrocinadores.

Reprodução/Twitter
Imagem: Reprodução/Twitter

Além do anúncio do lançamento em si, que vai acontecer dia 24 de fevereiro, outra pista deixou os fãs intrigados: uma pintura especial do carro levado a um evento de patrocinador, com fundo preto e detalhes em laranja, também indicou que a McLaren pode ter novas cores em 2017. Até Stoffel Vandoorne, que estreia neste ano pilotando pelo time, se empolgou: “Que pintura bacana!”, publicou em seu Twitter junto de uma selfie com o carro.

A expectativa por uma volta à cor tradicional da equipe não é nova e cresceu nos últimos anos depois do encerramento da parceria com a Mercedes, que durou por 20 anos. Afinal, foi devido ao contrato com os alemães que a equipe trocou o vermelho e branco, muito ligado ao principal patrocinador, pelo prateado, usado até hoje.

Nos últimos anos, já com a parceria com a Honda, o então chefe Ron Dennis vinha insistindo em manter a mesma identidade visual dos anos anteriores ao mesmo tempo em que buscava um patrocinador máster para o time.

Nenhum acordo, entretanto, foi divulgado até o momento. Enquanto isso, o novo chefe, Zak Brown, substituto de Dennis, colocou lenha na fogueira dizendo que a nova pintura era “empolgante”.

O laranja foi a cor oficial da McLaren entre 1968 e 1971 e foi usada esporadicamente em testes de pré-temporada nas últimas duas décadas.

Nova parceira
Outra novidade da equipe, que acabou escapando por fotos nas mídias sociais, é a parceria com a Castrol. A marca foi vista estampando a camiseta usada por Vandoorne em um evento destinado a convidados na fábrica do time, em Woking, Inglaterra, e, ao que tudo indica, é resultado de uma nova parceria técnica.

A fornecedora de combustíveis e lubrificantes da McLaren nos últimos anos era a Mobil, que foi apontada, especialmente em 2014 e 2015, como uma das responsáveis pelo baixo rendimento da equipe. Ao final do ano passado, contudo, a empresa anunciou que fechara contrato com a Red Bull, colocando em dúvida sua permanência na McLaren.

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A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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