Fórmula 1

Não são só os pilotos. Até os mecânicos treinam pesado com novas regras

Divulgação/Toro Rosso
Imagem: Divulgação/Toro Rosso

Julianne Cerasoli

Do UOL, em São Paulo

01/02/2017 04h00

Quando falamos nas mudanças do regulamento para a temporada da F-1, citamos os pneus mais largos e a nova aerodinâmica, o que tem desafiado os engenheiros. Tais mudanças devem tornar os carros até 4s por volta mais rápido, o que também vai fazer muita diferença para o preparo físico e a tocada dos pilotos. Porém, os mecânicos que fazem os pit stops também têm com o que se preocupar.

Isso porque os pneus mais largos também serão mais pesados, passando de 8,5kg para 9,5kg na dianteira e 10kg para 11,5kg na traseira. Isso tem feito os times mudar tanto a preparação física, quanto estudar alterações nos próprios procedimentos de parada.

“Eu sou um dos menores caras do grupo e estou treinando mais que eles! Vamos precisar de mais trabalhos de explosão e potência”, reconheceu Andy McMillan, mecânico da Williams, à Sky Sports. O time defende o título de dona das paradas mais rápidas ao longo do ano - foram nada menos que 14 vitórias em 21 provas.

“O novo pneu vai demandar muito mais força na lombar e nos ombros, que vão fazer um movimento mais explosivo”, explicou Gemma Fisher, chefe de saúde e performance humana. “Buscamos não apenas sermos fortes, mas apurados e consistentes em termos de movimento.”

Mas ter um bom pit stop não é apenas um trabalho físico, algo que a Williams desvendou como ninguém ano passado, quando passou a ser a melhor do grid em um ponto que era considerado o mais fraco em 2015.

“Há muito trabalho por trás para conseguir resultados como esses: sessões de treinamento, análise dos dados para melhorar pontos em particular e o trabalho do pessoal que desenvolve as peças. Estudamos todo o processo de preparação a partir do momento em que é decidido que um carro vai parar”, diz Fisher.

“A melhora de 2015 para 2016 teve muito a ver com nosso equipamento”, explica o mecânico Ed Smith. Foi feita uma revisão de absolutamente tudo o que usávamos e também começamos a trabalhar muito mais o lado físico. Ter uma fisio focada só na gente nos fez treinar de verdade, porque antes não sentíamos essa obrigação. Isso manteve nosso nível mais alto porque é incrível o nível de energia necessário para um pit stop.”

Mesmo com o desafio, literalmente, maior em 2017, o objetivo dos mecânicos da Williams é abaixar ainda mais seu tempo. “Fizemos 1s7 nos treinamentos e acredito que podemos conseguir isso”, garante Smith.

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