Fórmula 1

Engenheiro da Williams prevê grid mais misturado em 2017. Mas sem milagres

Mark Thompson/Getty Images/AFP
Imagem: Mark Thompson/Getty Images/AFP

Julianne Cerasoli

Do UOL, em São Paulo

13/02/2017 04h00

A Fórmula 1 passará nesta temporada por uma mudança de regras que ao mesmo tempo vão mexer com a aerodinâmica dos carros, a aderência produzida pelos pneus, que serão maiores e mais resistentes, e pelo desenvolvimento ilimitado dos motores. E, sabendo do potencial dos engenheiros mesmo quando ao menos uma destas variáveis estão travadas pelo regulamento, há quem aposte em um campeonato movimentado até o fim.

É essa a expectativa de Rob Smedley, chefe de performance da Williams até o ano passado e que terá um novo papel no time neste ano, mais voltado à coordenação na fábrica, como adiantou ao UOL Esporte em novembro. O britânico acredita que as mudanças no regulamento são tão relevantes que dificilmente o carro mais rápido na etapa de abertura, na Austrália, dia 26 de março, seguirá a mesma tendência até o final, em novembro em Abu Dhabi,

“Não espero que o carro mais rápido em Melbourne seja o mais rápido ainda em Abu Dhabi e, se isso acontecer, quer dizer que as regras tiveram sucesso”, acredita o engenheiro. A Williams, assim como as demais equipes, já vêm focando quase exclusivamente no novo projeto desde meados do ano passado e, ainda que não tenham visto o carro na pista até o momento, uma vez que os testes coletivos começam no final deste mês, já observam grandes evoluções.

“Nós desenvolvemos bastante nosso carro no túnel de vento”, revelou. “Ainda assim, a chave para 2017 é ter uma boa base de desenvolvimento. Espero que [as novas regras] chacoalhem um pouco as coisas mas não acho que teremos uma mudança completa. Na Fórmula 1, nunca alguém venceu um campeonato sem um orçamento grande. O dinheiro faz diferente, pelo menos nesta era da F-1.”

Ainda que não espere uma zebra completa, Smedley se surpreenderia se tudo continuasse igual. “Mas não ter uma mudança completa não quer dizer que dentro dos grupos - da frente, do meio e do fundão - não vá haver mistura e que o grupo da frente não terá mais equipes. É muito importante que mais times lutem pelos primeiros lugares e que não tenhamos clareza antes de começar cada corrida quem vai vencer. Isso afasta os fãs.”

Para Smedley, o ideal é que haja “quatro ou cinco pilotos que possam vencer”. Nas últimas três temporadas, apenas Lewis Hamilton, Nico Rosberg, Sebastian Vettel, Daniel Ricciardo e Max Verstappen venceram corridas.

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