Fórmula 1

Lançamentos dos carros da F-1 começam daqui a uma semana. Confira as datas

AFP PHOTO / JORGE GUERRERO
Imagem: AFP PHOTO / JORGE GUERRERO

Do UOL, em São Paulo

13/02/2017 12h39

Falta apenas uma semana para que as equipes da Fórmula 1 comecem a revelar seus carros para a temporada de 2017 e a expectativa é grande para o visual das novas máquinas, que vai mudar bastante com a adoção de novas regras.

As novidades principais são o aumento da largura dos carros e dos pneus, as asas traseiras mais baixas e também mais largas e as asas dianteiras com um ângulo diferente, mais triangular. Como várias áreas da carenagem têm o desenvolvimento mais liberado a partir de agora, podem aparecer novidades nas entradas de ar e na região do motor.

O primeiro carro a ser apresentado será a Sauber, que terá como pilotos Marcus Ericsson e Pascal Wehrlein, que substitui Felipe Nasr. O time suíço vai liberar as primeiras imagens na segunda-feira.

Das 10 equipes inscritas para temporada, uma vez que a Manor ficará de fora por não ter encontrado investidores, apenas duas ainda não anunciaram as datas de lançamento de seus carros. Uma delas é justamente a Williams de Felipe Massa, único brasileiro no grid de 2017. A Haas é outra que não divulgou a data de lançamento.

Entre os times grandes, a Mercedes será a primeira a mostrar seu carro, na quinta-feira. Ferrari e McLaren apresentam seus modelos no dia seguinte e há a expectativa de mudança no esquema de cores do time inglês após mais de 20 anos. No domingo, é a vez da Red Bull fazer seu lançamento oficial.

Os testes coletivos começam na segunda-feira, dia 27 de fevereiro, no Circuito da Catalunha, na Espanha. Serão duas sessões de quatro dias, de 27 a 2 de março, e de 6 a 10 de março. A primeira etapa será na Austrália, dia 26 de março.

Lançamentos dos carros da temporada 2017:
20/02: Sauber
21/02: Renault
22/02: Force India
23/02: Mercedes
24/02:Ferrari e McLaren
26/02: Toro Rosso e Red Bull 

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A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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