Fórmula 1

Williams divulga vídeo e imagens do FW40, carro para a temporada 2017

Do UOL, em São Paulo

17/02/2017 06h52

Ainda não foi a apresentação oficial, mas já deu para ver como será o "layout" do primeiro carro para a temporada de 2017 da Fórmula 1. A Williams divulgou nesta sexta-feira as primeiras imagens do FW40, o modelo que será utilizado pela escuderia neste ano.

O nome do carro é uma referência ao 40º aniversário da equipe. O brasileiro Felipe Massa e o canadense Lance Stroll formarão a dupla da Williams na temporada que começa no dia 26 de março com o GP da Austrália.

As imagens foram primeiramente reveladas pelos sites "Autosport" e "Motorport", que tiveram a notícia compartilhada pelos perfis de redes sociais da Williams com um aviso: "a espera está quase acabando. Uma primeira olhar na Williams Mercedes FW40".

Divulgação/Williams
Imagem: Divulgação/Williams

Cerca de uma hora depois, a Williams divulgou oficialmente mais uma foto e um vídeo do carro e confirmou: a apresentação oficial será no dia 25 de fevereiro.

Pelas imagens, a diferença mais notável é uma asa traseira remodelada semelhante ao design da Ferrari visto em testes do pneu Pirelli. Na parte dianteira do carro, o bico é similar ao utilizado nas temporadas 2015 e 2016.

Divulgação/Williams
Imagem: Divulgação/Williams

Confirmado na temporada mesmo depois de ter anunciado a sua aposentadoria ao final do último ano, Felipe Massa também compartilhou a foto do "novo bebê". O brasileiro recebeu um convite para continuar depois que o seu antigo companheiro, Valtteri Bottas foi contratado pela Mercedes para substutuir o campeão Nico Rosberg, que se aposentou.   

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A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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