Fórmula 1

Por que a moda da "barbatana de tubarão" voltou com tudo na F-1 em 2017?

Reprodução/Twitter
Imagem: Reprodução/Twitter

Julianne Cerasoli

Do UOL, em São Paulo

23/02/2017 04h00

As primeiras apresentações dos carros da temporada 2017 deixaram clara uma tendência que já era esperada pelos especialistas: a volta da chamada barbatana de tubarão, uma continuação da carenagem na parte mais alta do carro, seguindo até perto da asa traseira.

O desenho não é novidade. A última vez que esse tipo de solução, que virou moda no final dos anos 2000, havia sido vista foi em 2011. Ela foi introduzida pela Red Bull, em 2008, e tem a função de desviar o ar turbulento da asa, especialmente nas curvas.

Mas por que, após anos obsoleto, o visual de tubarão voltou a imperar nos desenhos? Trata-se de um subproduto das mudanças de regulamento pelas quais a Fórmula 1 passa nesta temporada. Além de mais largas, as asas traseiras também ficaram significativamente mais baixas, como parte do pacote que busca uma queda nos tempos de volta de até 5s dependendo do circuito.

Até o ano passado, a altura máxima era de 950mm e agora é de 800mm. Isso faz com que ela esteja mais “na mira” do ar turbulento que vem da parte dianteira do carro, das suspensões e dos próprios pneus, que também aumentaram.

Isso não quer dizer, contudo, que todos os carros terão a tal barbatana de tubarão, pois há outras maneiras de melhorar a qualidade do ar mesmo em uma asa traseira mais baixa. A principal delas é trabalhando com o assoalho mais alto na parte traseira em relação à dianteira, algo que a Red Bull e a McLaren fizeram de forma bastante agressiva ao longo do ano passado.

Será que eles vão repetir isso mesmo com um regulamento bastante alterado? Os carros destas duas equipes estão entre os que ainda não foram lançados. A McLaren mostra o MCL32 na sexta-feira, mesmo dia da Ferrari, e a Red Bull apresenta o RB13 no domingo, junto de Toro Rosso e Haas.

Os testes coletivos da pré-temporada começam no dia seguinte, no Circuito da Catalunha, na Espanha. Serão oito dias de atividades divididos em duas baterias realizadas nas duas próximas semanas, antes dos carros embarcarem para Melbourne, na Austrália, onde será disputada a primeira prova do ano, dia 26 de março.

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