Fórmula 1

Williams lança oficialmente carro que pode ser o último de Massa na F-1

Do UOL, em São Paulo

25/02/2017 05h10

A Williams terminou a temporada passada com a perspectiva de viver um ano de transição, com a chegada do estreante Lance Stroll ajudando a ampliar o orçamento do time, além de contar com Valtteri Bottas. Poucos meses depois, o time apresenta o FW40, seu carro para o campeonato de 2017, com Felipe Massa no lugar do finlandês, muitas caras novas e ainda mais dinheiro em caixa após a negociação para liberar seu piloto para a Mercedes.

Toda essa movimentação fez com que o piloto brasileiro, que havia se aposentado da Fórmula 1 no final de 2016, ganhasse uma nova chance na categoria, tendo a chance de voltar a guiar com um carro mais próximo ao de seus melhores anos no esporte. Afinal, com as mudanças nas regras, os modelos atuais serão mais rápidos e os pneus devem durar mais.

“Foi difícil dizer não [quando me ofereceram para voltar]. Eu tinha planos de continuar correndo em outra categoria, pois é o que amo fazer. E especialmente a F-1 é o sonho para qualquer piloto. Mas as novas regras, uma grande mudança, também me atraíram: eu gosto de começar um projeto do zero. E foi o mesmo que aconteceu quando eu cheguei aqui, em 2014, e fizemos um grande trabalho”, lembrou o brasileiro, que tem contrato de um ano e deve fazer sua temporada de despedida.

Divulgação/Williams
Carro leva o nome de FW40 para celebrar os 40 anos do time na F-1 Imagem: Divulgação/Williams

Em relação ao carro em si, pouca coisa mudou em relação às imagens computadorizadas divulgadas na semana passada. A barbatana de tubarão na traseira foi adotada como solução para melhorar o fluxo do ar na região, agora que as asas estão mais baixas, e o time não alterou o formato de seu bico. Chama a atenção também a simplicidade do desenho na área das entradas de ar dos radiadores, bem menos trabalhada do que a de rivais, especialmente a Ferrari e a própria asa dianteira também é mais limpa do que a de outros carros já lançados, notadamente a McLaren.

Caras novas
Além das chegadas confirmadas do ex-aerodinamicista da Ferrari Dirk de Beer, e do ex-McLaren, Dave Redding, é esperado que o ex-diretor técnico da Mercedes, Paddy Lowe, comece a trabalhar no time a partir de março.

Mas a estreia mais comentada é a do canadense Lance Stroll, de 18 anos. Apesar de vir credenciado por conquistas em todos os campeonatos por que passou, o piloto convive com a desconfiança devido ao investimento de seu pai, Laurence, empresário do ramo da moda, em sua carreira.

“As pessoas querem saber se eu mereço estar nesta posição. Sou grato pelas chances que eu tive, mas só eu poderia vencer os campeonatos que conquistei; não dá para comprar pontos isso.”

Stroll tem investido pesado na preparação, tendo adquirido um carro de 2014 para testes e alugado pistas do calendário. “Tenho ido todo dia à academia, ao simulador, passando tempo na fábrica. Estou me preparando da melhor forma possível para minha primeira corrida”, disse.

Além disso, nas últimas semanas, o canadense contou com a presença de Massa em seus testes. “Estou animado em ter Felipe como uma espécie de mentor para mim. Claro que somos rivais e um quer bater o outro, mas ao mesmo tempo, ele é um piloto muito respeitado no paddock e joga para a equipe. E exatamente o que você quer: alguém que ajude a equipe, e que não crie problemas internos. É bom ter competitividade e ao mesmo tempo ajudar a equipe da melhor maneira possível.”

Calendário definido
Os testes coletivos da pré-temporada nesta segunda-feira, no Circuito da Catalunha, na Espanha. Serão oito dias de atividades divididos em duas baterias realizadas nas duas próximas semanas, antes dos carros embarcarem para Melbourne, na Austrália, onde será disputada a primeira prova do ano, dia 26 de março.

A Williams já anunciou sua programação para os testes: na primeira semana, Massa anda dia 27.02 e dia 01.03, enquanto Stroll pilota dia 28.02 e 02.03. Já na segunda bateria, o canadense faz os dois primeiros dias e o brasileiro fecha a preparação do time nos dois últimos.

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A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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