Fórmula 1

Vettel mostra força da Ferrari e faz o tempo mais rápido da pré-temporada

Mark Thompson/Getty Images
Imagem: Mark Thompson/Getty Images

Do UOL, em São Paulo

09/03/2017 08h59

Sebastian Vettel superou o melhor tempo obtido na pré-temporada em 2017 e fez 1min19s024 na manhã do penúltimo dia de testes no Circuito da Catalunha, na Espanha. A marca é 286 milésimos melhor que a obtida por Valtteri Bottas, da Mercedes, na quarta-feira.

Vettel já havia impressionado ao andar muito próximo do tempo de Bottas - a quatro milésimos - mesmo usando os pneus macios e, quando colocou os ultramacios, mesmo composto usado pelo finlandês, abaixou ainda mais sua marca. Porém, chamou a atenção que o alemão tirou o pé do acelerador assim que cruzou a linha de chegada, o que pode indicar que a Ferrari tinha muito pouco combustível.

Além dos tempos voadores, Vettel completou mais voltas nesta manhã do que Raikkonen em toda a quarta-feira. O finlandês teve problemas elétricos no carro pela manhã e bateu à tarde.

A manhã foi toda do alemão, que também fez uma sequência forte com os pneus médios, com tempos melhores do que Hamilton obteve, ainda que não se saiba o nível de combustível que ambos usavam. Estima-se que cada 10kg a mais de combustível resulte em 0s4 por volta no Circuito da Catalunha.

O inglês foi o segundo colocado. Após ter focado a maior parte da manhã em saídas com o composto médio, seus tempos começaram a baixar nos últimos minutos da sessão e o tricampeão fez sua marca mais rápida dos testes até aqui, com 1min19s352, com os pneus ultramacios.

Na McLaren, após Fernando Alonso cobrar fortemente uma reação da Honda, o time decidiu cancelar uma coletiva de imprensa do chefe Eric Boullier e do comandante da operação dos japoneses na F-1, Yusuke Hasegawa, programada para hoje. Na pista, o belga Stoffel Vandoorne deu pouco mais de 30 voltas e terminou em sétimo, a dois segundos do tempo da Ferrari, mesmo usando pneus ultramacios. O belga chegou a causar uma breve bandeira vermelha ao parar no final do pitlane e ter de ser recuperado por seus mecânicos. Vandoorne chegou a retornar brevemente à pista antes de parar novamente, encerrando a sessão matutina.

Apesar dos tempos altos, que colocaram a Williams de Lance Stroll em último, as 85 voltas feitas apenas nas cinco primeiras horas de teste impressionaram. Felipe Massa assume o cockpit da Williams na parte da tarde. O brasileiro tem feito uma boa pré-temporada até aqui, liderando e chegando a dar 168 voltas na terça-feira e ficando em segundo, bem perto da Mercedes, na quarta-feira.

Os pilotos voltam à pista para a sessão da parte da tarde no penúltimo dia de testes da pré-temporada. O campeonato começa com o GP da Austrália, dia 26 de março, em Melbourne.

Confira os tempos da manhã da quinta-feira em Barcelona
1 - Sebastian Vettel (ALE) - Ferrari - 1min19s024 (60 voltas)
2 - Lewis Hamilton (ING) - Mercedes - 1min19s352 (51 voltas)
3 - Esteban Ocon (FRA) - Force India - 1min20s161 (51 voltas)
4 - Daniil Kvyat (RUS) - Toro Rosso - 1min20s416 (33 voltas)
5 - Daniel Ricciardo (AUS) - Red Bull - 1min20s824 (41 voltas)
6 - Kevin Magnussen (DIN) - Haas - 1min20s863 (44 voltas)
7 - Stoffel Vandoorne (BEL) - McLaren - 1min21s348 (32 voltas)
8 - Jolyon Palmer (ING) - Renault - 1min22s418 (31 voltas)
9 - Marcus Ericsson (SUE) - Sauber - 1min23s330 (88 voltas)
10 - Lance Stroll (CAN) - Williams - 1min24s863 (85 voltas)

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Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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