Fórmula 1

Hulkenberg causa polêmica com comentário sobre pintura rosa da Force India

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Imagem: Reprodução

Do UOL, em São Paulo

14/03/2017 18h16

Nico Hulkenberg causou polêmica nas redes sociais nesta terça-feira (14) ao fazer um comentário sobre as novas cores do carro da Force India. Por causa de um novo patrocinador, a escuderia usará um monoposto na cor rosa.

“Agora vocês finalmente entenderam por que eu saí da Force India”, escreveu Hulkenberg nas redes sociais.

Nos comentários das postagens, alguns se manifestaram favoráveis à declaração de Hulkenberg, enquanto outros questionavam o que o piloto estaria insinuando com a postagem.

“É rosa... e daí? O que você está tentando dizer? Penso que você precisa dar uma olhada no espelho, amigo”, escreveu uma usuária.

No Facebook, Hulkenberg ainda respondeu um usuário, que escreveu: “se essa postagem não for tirada em uma hora, como meu boné”. “Aproveite sua refeição”, respondeu o piloto.

Ainda no Facebook, o ex-piloto da Fórmula 1 Giedo van der Garde comentou na postagem de Hulkenberg: “Por quê? Cai muito bem em você, amigo”.

Em outubro de 2016, Hulkenberg assinou um contrato de “múltiplos anos” com a Renault. Para seu lugar, a Force India contratou o francês Estaban Ocon, que será parceiro de Sergio Perez na temporada 2017.

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A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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