Afastado, Ecclestone diz: gostaria de ter sido convidado a permanecer na F1

Do UOL, em São Paulo

Bernie Ecclestone deixou o cargo de diretor-executivo da Formula One Management (FOM) no fim de 2016. Mas, no que dependesse do próprio dirigente, esse adeus poderia ter sido adiado para o fim de 2017, por exemplo.

Foi o que o próprio Bernie deixou claro em entrevista à rede de TV britânica Sky Sports. Segundo ele, se estivesse na posição do grupo Liberty Media, atual controlador da Fórmula 1, teria se mantido no topo da categoria por mais um ano antes de propor mudanças.

"Eu teria pedido para trabalhar comigo um pouco mais", disse Ecclestone. "Esperar por um ano e depois dizer: funcionou ou não funcionou? Se não funcionou, teria que sair", completou.

Sucessor de Ecclestone no cargo de CEO da Fórmula 1, Chase Carey dividiu a cúpula da categoria em duas diretoria. Desde janeiro, a diretoria esportiva fica a cargo de Ross Brawn, enquanto a diretoria comercial é comandada por Sean Bratches.

Excluído da administração da categoria, Ecclestone garante não estar decepcionado. "De jeito nenhum", afirmou. "Eu sei como o mundo funciona."

Embora ocupe hoje apenas um cargo simbólico na Fórmula 1, o de presidente honorário, Bernie Ecclestone revelou ter sido convidado para boa parte dos Grandes Prêmios da temporada 2017. E se mostrou disposto a continuar viajando pelo mundo.

"Eu fui convidado para a maioria deles, então vou ter que tentar (comparecer)", assegurou. "Provavelmente, pelo menos à metade deles", completou.

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