Fórmula 1

De vôlei de praia a bolo, vale tudo para aparecer antes da abertura da F-1

Julianne Cerasoli

Do UOL, em Melbourne (AUS)

22/03/2017 04h25

Os carros só vão para a pista nesta sexta-feira em Melbourne, na Austrália (quinta a partir das 22h30 no Brasil), primeira etapa da temporada 2017 da Fórmula 1, mas o trabalho já é intenso para os pilotos. Com direito a algumas situações curiosas em ações promocionais.

Quem ficou em um habitat mais familiar foi Valtteri Bottas, que treinou com um time de hóquei no gelo local e mostrou as habilidades do esporte que é a principal modalidade de seu país, a Finlândia.

O piloto, que substitui o atual campeão Nico Rosberg, que decidiu se aposentar, destacou sua evolução ao longo dos oito dias de testes de pré-temporada e disse que os números mostram que ele está próximo do companheiro Lewis Hamilton.

“Em termos de simulação de corrida e de classificação, especialmente no final do teste, comecei a me sentir mais confortável. Até aqui, tenho visto que parecemos estar próximos, mas nos testes sempre estamos pilotando em momentos diferentes, fazendo programas distintos, etc. Agora vamos saber a realidade.”

Nesta quarta-feira em Melbourne, a maioria das equipes apostou em eventos na praia e na água, e acabou não se dando bem. Após uma terça-feira chuvosa, a cidade australiana viu as temperaturas caírem para abaixo dos 20ºC, com forte vento.

Isso não ajudou em nada Sergio Perez e Esteban Ocon, da Force India, mostrarem suas habilidades no vôlei de praia, enquanto a dupla da Toro Rosso, Carlos Sainz e Daniil Kvyat, sequer conseguiu entrar na água no que deveria ser um desafio na praia de St. Kilda, nas proximidades do circuito de Albert Park.

Nas águas do rio Yarra, Max Verstappen e Daniel Ricciardo aceleraram com barcos de alta velocidade. O dono da casa demonstrou o costumeiro bom humor ao apresentar seu companheiro à mídia australiana. “Esse aqui é o Max, ele acabou de sair da escola”, disse, referindo-se ao piloto de 19 anos. “Nos damos bem, mas não é que dividimos o mesmo quarto ou coisa do tipo”, explicou.

Mas os eventos não foram só relacionados a esportes. Comemorando os 25 anos da Sauber, Marcus Ericsson e Pascal Wehrlein, que substitui Felipe Nasr, contaram com a ajuda de um chef para fazer um bolo em evento da equipe.

Felipe Massa, da Williams, também trabalhou nesta quarta-feira, mas não teve de fazer nenhum esporte diferente: o brasileiro e seu companheiro Lance Stroll, que estreia nesta temporada, deram autógrafos e tiraram fotos com fãs que fizeram fila no centro de Melbourne.

As atividades para o GP da Austrália começam com os treinos livres na quinta-feira às 22h30 pelo horário de Brasília. O segundo treino livre começa às 2h30 da sexta-feira e o terceiro, à meia-noite do sábado. Todas as sessões serão transmitidas pelo SporTV, que também mostra a classificação na íntegra a partir das 3h do sábado, sendo que os últimos 15 minutos também serão transmitidos pela Globo. A corrida tem largada às 2h com transmissão pela Rede Globo.

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A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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