Fórmula 1

Alonso não poupa críticas ao motor Honda: "Está difícil pilotar o carro"

Clive Mason/Getty Images
Imagem: Clive Mason/Getty Images

Julianne Cerasoli

Do UOL, em Xangai (China)

07/04/2017 03h19

Apenas nos treinos livres para o GP da China, Fernando Alonso terminava a maior reta do circuito de Albert Park, na primeira etapa do campeonato, na Austrália, andando mais de 20km/h mais lento que os pilotos cujos carros são equipados com os motores Mercedes. Mas o espanhol explicou neste final de semana que a deficiência do motor Honda não é apenas uma questão de potência: até mesmo sua pilotagem tem sido comprometida.

“Não estou conseguindo pilotar o carro de uma forma normal porque eu tenho de pilotar de forma de resolva os problemas do motor. Está muito difícil pilotar esse carro, mas estamos fazendo nosso melhor para ajudar a equipe”, disse o piloto, ouvido pelo UOL Esporte em Xangai.

Um dos problemas enfrentados por Alonso e seu companheiro Stoffel Vandoorne, é a necessidade constante de economizar combustível, o que tem a ver com a falta de eficiência do motor. “Na Austrália, batemos nosso recorde em termos de termos de economizar, então será difícil neste ano até que o motor melhore. Não é só uma questão de potência, são várias coisas: confiabilidade, gasto de combustível e várias implicações na própria pilotagem.”

Perguntado se o déficit atual da Honda é maior do que o das últimas temporadas, o espanhol se esquivou e aproveitou para elogiar o trabalho da McLaren.

“Não sei exatamente os números. A minha sensação é de que a diferença é grande porque eu sinto o carro bem nas curvas, muito competitivo e o desenvolvimento está bom: há peças novas chegando quase todo dia. Então, do lado do chassi, estamos prontos.”

Após entender que havia chegado do limite de desenvolvimento possível de sua unidade de potência no final do ano passado, a Honda decidiu refazer seu projeto do zero para este ano, no qual o desenvolvimento está liberado. No entanto, o projeto tem problemas estruturais.

Como explicou o chefe da Honda na F-1, Yusuke Hasegawa, os resultados do banco de provas com apenas um cilíndro foram animadores. Porém, quando o motor foi montado com os seis cilíndros, foi observado um excesso de trepidações, o que vem causando problemas de confiabilidade e a necessidade da equipe evitar andar usando toda a potência do motor.

A Honda ainda não definiu quando vai estrear a nova versão de seu motor, mas novidades são esperadas para o GP da Espanha, quinta etapa do campeonato, em maio.

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