Fórmula 1

Tem carro ilegal no grid? Peças na Ferrari e na Mercedes chamam a atenção

Xinhua/Rex Shutterstock/ZUMAPRESS
Bottas corre com a asa T presa à barbatana de tubarão no Bahrein Imagem: Xinhua/Rex Shutterstock/ZUMAPRESS

Julianne Cerasoli

Do UOL

18/04/2017 04h00

Os dois melhores carros da temporada, Ferrari e Mercedes, estão na mira da Federação Internacional de Automobilismo depois de reclamações de seus rivais. No caso da Scuderia, é a flexibilidade de várias peças, das asas ao assoalho, que vem chamando a atenção, enquanto, no time, alemão a fixação de um apêndice aerodinâmico terá de ser revista.

O carro da Ferrari tem chamado muito a atenção por uma série de soluções aerodinâmicas diferentes, interligadas por tubos que controlam o fluxo do ar desde a parte dianteira. O assoalho com camadas de fibra de carbono em diferentes formas é uma dessas peças que intrigam os rivais - especialmente quando fotos e vídeos do carro em movimento mostram uma flexibilidade fora do normal tanto no próprio assoalho, quanto nas asas.

Essa flexibilidade ajuda o carro a se adaptar às necessidades de acordo com as forças geradas pelo aumento da velocidade. Os engenheiros buscam soluções que “prendam” mais o carro nas curvas e que, com mais velocidade nas retas, “estolem”, ou seja, criem menos resistência ao ar.

A Red Bull foi que apontou o questionamento em relação à legalidade do carro ferrarista, ainda que não tenha feito um protesto formal à FIA.

“Há fotos muito incriminatórias nas quais não apenas o assoalho, mas também outras partes mostram muita flexibilidade. Veremos como a FIA vai reagir”, afirmou Helmult Marko, consultor da Red Bull.

Grandes rivais da Ferrari nesta temporada, a Mercedes minimizou o caso. “É besteira”, disse Niki Lauda. “Se alguém acredita que é ilegal, todos os carros passam por inspeções técnicas.”

Mas os alemães têm seus próprios problemas para se preocuparem. Depois da chamada asa T, apêndice aerodinâmico colocado na barbatana de tubarão, se desprender do carro por pelo menos duas vezes nos treinos livres, a FIA exigiu que a equipe melhore a fixação da peça, caso contrário vai exigir que a equipe retire o apetrecho do carro.

A Mercedes não é a única a usar a asa T. Ferrari, Williams e McLaren, entre outras, também utilizam a peça, que ajuda a aumentar a pressão aerodinâmica da traseira do carro. Porém, apenas os alemães vêm tendo problemas de fixação.

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