Fórmula 1

Fora da temporada, Nasr se preocupa com futuro do Brasil na F1

AFP PHOTO / ANDREJ ISAKOVIC
Felipe Nasr foi piloto da Sauber em 2015 e 2016 Imagem: AFP PHOTO / ANDREJ ISAKOVIC

Do UOL, em São Paulo

06/05/2017 11h07

Felipe Nasr está preocupado com o futuro dos brasileiros na Fórmula 1. Fora do grid neste ano depois de pilotar pela Sauber em 2015 e 2016, o piloto não sabe o que virá pela frente.

“Claro que é uma preocupação. Também estou preocupado com a geração mais nova, porque o Brasil faz parte da história da F1. Não podemos, simplesmente, deixar o legado para trás”, disse em entrevista ao site MotorSport.

“Tenho certeza que o Brasil vê desta forma. Não podemos parar de procurar novos pilotos que podem surgir”, afirmou.

O último piloto brasileiro a vencer um GP foi Rubens Barrichello, na Itália, em 2009. Já Felipe Massa foi o último a subir no pódio, quando conseguiu o terceiro lugar em Monza 2015.

O país poderia ter ficado sem nenhum piloto no grip em 2017, o que não acontece desde 1969, mas Felipe Massa retornou da curta aposentadoria para guiar novamente a Williams.

Nasr espera voltar em 2018 para a F1 e não correr o risco de deixar o Brasil sem representantes na principal categoria do automobilismo. “Meu agente está cuidando disso. Ele tem conversado com as equipes. É só uma questão de tempo. Têm muitos interesses comerciais por trás e você tem que colocar as coisas juntas”, explicou.

O piloto acredita que fez seu melhor nos dois anos que esteve na Sauber, inclusive com um nono lugar no GP do Brasil de 2016, que garantiu os primeiros pontos para a equipe no campeonato.

“Eu sei quão valiosos foram aqueles pontos e quanto trabalho eu precisei fazer. Se você olhar os números, eu tive dois bons anos na Fórmula 1”, explicou.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

Blog do Carsughi

Blog do Carsughi

A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Blog do Carsughi
Grande Prêmio
Esporte Ponto Final
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Blog do Carsughi
Grande Prêmio
Topo