Fórmula 1

Massa é superado por Alonso e brinca: "pegou velocidade no oval"

Dan Istitene/Getty Images
Brasileiro Felipe Massa ocupará a 9ª colocação do grid em Barcelona Imagem: Dan Istitene/Getty Images

Julianne Cerasoli

Do UOL, em Barcelona

13/05/2017 10h29

Superado pelo ex-companheiro de equipe Fernando Alonso neste sábado, na classificação para o Grande Prêmio da Espanha, o brasileiro Felipe Massa arrancou gargalhada do espanhol após o treino. O piloto da Williams brincou com o colega de pista, citando a experiência recente do espanhol na preparação para a disputa das 500 Milhas de Indianápolis, na Fórmula Indy.

Massa terminou a prática com a 9ª colocação, enquanto que Alonso conseguiu pela primeira vez na temporada colocar a sua McLaren no grupo dos dez primeiros. O espanhol largará neste domingo em 7º lugar.

"Falei para ele: ‘você deu uma volta no oval, pegou velocidade e usou aqui’. Ele deu risada. Mas é bom ter um piloto assim na nossa frente, ao contrário de um carro com uma chance de chegar no final bem maior. Tudo é possível nessa corrida, até o Fernando fazer um grande resultado", comentou Massa ao final da classificação em Barcelona.

Após a prova deste final de semana na Espanha, Alonso vira a chave para a experência no automobilismo americano. No domingo logo após a prova, o espanhol pega um jato particular com os chefes da McLaren para Indianápolis, onde participa dos treinos a partir da segunda-feira. A classificação para as 500 milhas será já no final de semana seguinte e a corrida, dia 28 de maio.

Largada às 9 horas

Quinta etapa da temporada, o Grande Prêmio da Espanha tem largada marcada para 9 horas deste domingo (horário de Brasília).

Após quatro corridas disputadas na temporada, o alemão Sebastian Vettel lidera o Mundial de Pilotos, com 86 pontos somados. O piloto da Ferrari é seguido por Lewis Hamilton, da Mercedes, com 73 pontos. Valtteri Bottas (63), Kimi Raikkonen (49) e Max Verstappen (35) aparecem na sequência.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Blog do Carsughi

Blog do Carsughi

A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Blog do Carsughi
Grande Prêmio
Esporte Ponto Final
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Topo