Fórmula 1

Alonso fecha dia de treinos na Indy em 24º; Castroneves é o segundo

@McLarenIndy/Twitter
Fernando Alonso (29) enfrenta pista cheia durante treino para as 500 Milhas de Indianápolis Imagem: @McLarenIndy/Twitter

Do UOL, em São Paulo

16/05/2017 19h05

O espanhol Fernando Alonso foi 24º colocado (entre 33 pilotos) do treino coletivo desta terça-feira para as 500 Milhas de Indianápolis. A bordo da McLaren preparada pela Andretti, Alonso marcou velocidade média de 221,029 mph.

O treino foi uma primeira oportunidade para o bicampeão de Fórmula 1 encarar o oval de Indianápolis com maior tráfego na pista. Ao fim da sessão, a melhor marca foi conquistada pelo australiano Will Power, da Penske: velocidade média de 224,656 mph.

A segunda melhor marca do treino foi do brasileiro Hélio Castroneves, também da Penske (velocidade média de 224,287 mph). O colombiano Gabby Chaves, da equipe Harding, conquistou foi o terceiro lugar nos minutos finais com média de velocidade de 223,991 mph. Vencedor das 500 Milhas de 2016, Alexander Rossi (Andretti) foi o 14º: velocidade de 222,480 mph.

Na véspera, Alonso havia sido o 19º colocado da classificação geral, atingindo velocidade média de 223,025 mph (40s3543). Ainda assim, o espanhol foi o mais rápido entre os novatos, superando Zach Veach (42s6865) e Jack Harvey (42s9634), respectivamente o 30º e o 31º colocados do dia.

A prova realizará treinos ainda nos dias 17, 18, 19 e 22, além do tradicional Carb Day (último treino) no dia 26. No sábado (20) e no domingo (21), os pilotos realizam as tomadas de tempo para definir as posições de largada. A prova será disputada no dia 28.

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A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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