Fórmula 1

Castroneves lidera último treino em Indianápolis, e Alonso é quinto

Brian Spurlock-USA TODAY Sports/File Photo
Fernando Alonso é uma das atrações das 500 milhas de Indianápolis Imagem: Brian Spurlock-USA TODAY Sports/File Photo

Do UOL, em São Paulo

26/05/2017 13h06

Nesta sexta-feira (26), Helio Castroneves foi o mais rápido no último treino livre para as 500 Milhas de Indianápolis. Fernando Alonso, atração especial da edição 2017 da corrida, terminou a atividade na quinta colocação.

Helinho registrou velocidade média de 227.377 milhas por hora em sua volta mais rápida da atividade, e foi seguido por Takuma Sato, com 226.802, e pelo também brasileiro Tony Kanaan, com 226.757.

Alonso, por sua vez, registrou 226.608, terminando a atividade na quinta colocação.

O treino aconteceu com o grid de largada já definido. O piloto espanhol vai sair na quinta colocação, com Kanaan partindo em sétimo e Castroneves em 19º.

A 101ª edição das 500 Milhas da Indianápolis será disputada neste domingo (28), às 13h21 (de Brasília).

Confira a classificação do treino:

1. Helio Castoneves (227.377 mph)
2. Takuma Sato (226.802)
3. Tony Kanaan (226.757)
4. Scott Dixon (226.685)
5. Fernando Alonso (226.608)
6. Graham Rahal (226.386)
7 Alexander Rossi (226.355)
8. Josef Newgarden (226.203)
9. Juan Pablo Montoya (226.187)
10. Ryan Hunter-Reay (225.903)
11. Will Power (225.848)
12. Mikhail Aleshin (225.691)
13. Conor Daly (225.557)
​14. James Hinchcliffe (225.082)
15. Simon Pagenaud (225.079)
16. James Davison (225.018)
17. Oriol Servia (224.969)
18. Sage Karam (224.852)
19. Marco Andretti (224.793)
20. Ed Carpenter (224.630)
21. Max Chilton (224.625)
22. Jay Howard (224.541)
23. Ed Jones (224.526)
24. Charlie Kimball (224.372)
25. JR Hildebrand (224.347)
26. Carlos Munoz (223.935)
27. Gabby Chaves (223.688)
28. Jack Harvey (223.222)
29. Pippa Mann (223.062)
30. Zach Veach (222.579)
31. Spencer Pigot (221.732)
32. Buddy Lazier (221.397)
33. Sebastian Saavedra (221.197)

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A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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