Fórmula 1

Button recebe mensagem de Alonso e ironiza: 'vou fazer xixi no seu carro'

AFP
Jenson Button disputou o GP de Mônaco como substituto de Fernando Alonso Imagem: AFP

Do UOL, em São Paulo

28/05/2017 09h16

Fernando Alonso deixou de lado a disputa do GP de Mônaco deste domingo para disputar as 500 Milhas de Indianápolis. Jenson Button é seu substituto na McLaren. Mas o espanhol seguiu atento ao dia de corrida da Fórmula 1.

Com Button saindo dos boxes (ele largou nos boxes devido à punição), Alonso enviou mensagem via rádio da McLaren.

No comunicado bem humorado, o espanhol fez o seguinte pedido para o amigo inglês:

“Cuide bem do meu carro!”, pediu Alonso, via rádio, diretamente de Indianápolis.

“Eu vou fazer xixi no banco do seu carro”, respondeu Button.

O GP de Mônaco erstá sendo disputado na manhã deste domingo e pode ser acompanhado em tempo real pelo Placar UOL Esporte.

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A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

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