Fórmula 1

Vettel vive melhor sua fase desde o tetracampeonato. E não é por acaso

Will Taylor-Medhurst/Getty Images
Sebastian Vettel comemora pole position para o GP da Rússia Imagem: Will Taylor-Medhurst/Getty Images

Julianne Cerasoli

Do UOL, em Londres (ING)

01/06/2017 04h00

“Até eu fiquei surpreso com meu desempenho, não esperava estar tão rápido. Foi como se tivesse com um jogo de pneus novo”. Essa foi a explicação de Sebastian Vettel para sua vitória no GP de Mônaco, a terceira em seis provas disputadas até aqui na temporada. No último domingo, o alemão imprimiu um ritmo forte com pneus usados, enquanto o companheiro Kimi Raikkonen enfrentava tráfego e, assim, superou o finlandês, que largara na pole.

Não foi a primeira vez que isso aconteceu na temporada. As vitórias da Austrália e no Bahrein também foram construídas com base em um ritmo forte de corrida, marca de quem tem um carro bom nas mãos, mas também que sabe administrar bem os pneus.

“Dá para perceber que ele está confiante com o carro e sabemos que, quando isso acontece, ele é muito forte”, afirmou ao UOL Esporte Daniel Ricciardo, o único companheiro que, até hoje, conseguiu bater Vettel ao longo de uma temporada.

Mas isso foi em 2014, primeiro ano dos atuais motores V6 turbo híbridos, em que o tetracampeão teve dificuldades de adaptação. De lá para cá, o alemão vem fazendo a lição de casa e, especialmente ano passado, preparou-se como nenhum outro para compreender melhor os novos pneus que a Pirelli desenvolveu para 2017.

O empenho foi tanto que o piloto da Ferrari recebeu elogios do presidente da marca, Tronchetti Provera, presente em Mônaco. “O trabalho da Ferrari e de Vettel foi muito sério. Ele sempre estava pronto, com humildade, para testar, enquanto outros não estavam à disposição e os resultados são fruto de um trabalho apaixonado de uma equipe focada em vencer.

A abordagem vem dando resultados práticos na pista: Vettel vive seu melhor momento desde o final de 2013, quando venceu as últimas nove etapas da temporada para garantir o tetracampeonato. De lá para cá, nas três temporadas seguintes, o alemão só venceria em duas oportunidades, ambas em 2015.

Em 2017, o piloto ainda não sabe o que é terminar abaixo da segunda colocação e abriu 25 pontos de vantagem em relação a Lewis Hamilton após seis etapas disputadas. Como ele não dá sinais de que vá parar por aí, até o próprio presidente não-executivo da Mercedes, Niki Lauda, já alertou:

“As coisas estão indo bem para ele e está claro que, se ele não tiver alguma quebra ou abandonar, acabou”, disse o austríaco, mesmo com 14 provas para o final da temporada, cuja próxima etapa será dia 11 de junho, no Canadá.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
AFP
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Blog do Carsughi
Redação
Redação
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Blog do Carsughi
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Redação
Topo