Fórmula 1

Kubica admite desejo de voltar à Fórmula 1: 'Espero um dia ter a chance'

@RenaultSportF1/Twitter
No dia 6 de junho, polonês participou de teste na Espanha a convite da Renault Imagem: @RenaultSportF1/Twitter

Do UOL, em São Paulo

12/06/2017 17h35

Aos 32 anos, Robert Kubica ainda tem espaço na Fórmula 1?

No que depender do próprio polonês, sim. Afastado da categoria desde um acidente de rali em fevereiro de 2011, Kubica voltou a pilotar um carro de F1 no início de junho, a convite da Renault. E o resultado animou o piloto, que ainda vê a possibilidade real de um retorno à disputa.

“Saber que eu posso pilotar um carro, que posso fazê-lo em um bom ritmo e que posso fazê-lo por toda a distância de uma corrida é algo que me deixa feliz e orgulhoso”, disse Kubica em entrevista à rede de TV britânica Sky Sports.

“Uma vez que fiz o teste, eu gostaria de testar mais. Não depende de mim, mas eu vou continuar trabalhando. Espero que, um dia, eu tenha a chance de dar um passo à frente para, talvez, fazer um retorno apropriado”, completou Kubica.

A Renault não divulgou tempos do teste feito por Kubica no dia 6 de junho, em Valência (Espanha). Entretanto, segundo a equipe, “Robert reclamou de aderência, falta de dirigibilidade, arrasto e tinha o maior sorriso depois de suas 115 voltas”.

À emissora britânica, Kubica disse ter “boas sensações” sobre o desempenho com o carro - um Lotus E20, utilizado em 2012 - e sobre sua própria condição física. O polonês afirmou que vem tentando se manter em forma para o caso de uma oportunidade de voltar à Fórmula 1.

“Ultimamente, eu tenho passado bastante tempo e feito muito esforço para tentar me preparar da melhor maneira possível caso eu tenho a oportunidade de pilotar um carro de Fórmula 1. E eu tive um grande dia”, afirmou o piloto, que testou um carro da GP3 em abril e um da Fórmula E em maio.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Blog do Carsughi

Blog do Carsughi

A ridícula ciranda dos técnicos

Cerca de duas semanas atrás, o técnico Zé Ricardo foi demitido pelo Flamengo. Outro dia foi a vez de Milton Mendes ser afastado do Vasco. E o curioso é que agora o Vasco tem, em Zé Ricardo, que não mais servia para o Flamengo, a grande solução para ser o novo técnico cruzmaltino. Numa análise mais ampla foram nada menos que 16 os técnicos demitidos nas primeiras 21 rodadas deste campeonato brasileiro. O que, por sinal, lembra o que aconteceu nos últimos dois anos. E, se formos ver o que aconteceu desde o início do ano, constataremos que apenas 6 clubes mantiveram até hoje o técnico com que começaram a temporada. A título de curiosidade, são eles Fábio Carille (Corinthians), Mano Menezes (Cruzeiro), Jair Ventura (Botafogo), Renato Gaucho (Gremio), Abel Braga (Fluminense) e Claudinei Oliveira (Avaí). Esta ridícula ciranda tem, em minha opinião, uma explicação clara : a incompetência dos dirigentes. Pois são eles que escolhem o técnico e, ao faze-lo, devem (ao menos se supõe) analisar sua forma de trabalho, ver o que fizeram no passado e julgar se ele vai se adaptar ao que o clube pretende. Assim, por exemplo, contratar um técnico reconhecidamente retranqueiro para fazer o time jogar bonito e ofensivamente, constitui um absurdo total. Feita a escolha, o cartola deveria assumir a decisão e não encontrar na despedida do técnico o comodo álibi para seu erro. Erro que, para dirigentes merecedores deste rótulo, deveria ser, no mínimo, acompanhado por um pedido de demissão irrevogável de seu cargo. Infelizmente é muito mais fácil jogar a culpa num subordinado do que admitir o erro e pagar por ele. Como direta conseqüência, os técnicos acabam recebendo salários incompatíveis com a situação financeira de nosso futebol, já que se trata de uma função de alto risco. E, não raro, são promotores de contratações que podem não serem úteis no futuro, quando um novo técnico quiser implantar uma diferente filosofia de jogo. Em resumo, o grande prejudicado acaba sendo sempre o clube, onerado por dívidas que cartola algum cria nas empresas que porventura lhe pertençam. Mas aí estaríamos entrando noutro assunto, o da responsabilidade fiscal dos dirigentes, que fica para outra cronica…

Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
UOL Esporte
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Grande Prêmio
Redação
Grande Prêmio
Blog do Carsughi
Grande Prêmio
Esporte Ponto Final
UOL Esporte
Topo