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Aston Martin admite tentar vaga para fornecer motores à Fórmula 1 em 2021

Fabricante espera teto de gastos para entrar na categoria como fornecedora de motores - Mark Thompson/Getty Images
Fabricante espera teto de gastos para entrar na categoria como fornecedora de motores Imagem: Mark Thompson/Getty Images

Do UOL, em São Paulo

25/07/2017 19h07

A Fórmula 1 deve ter um novo regulamento de motores a partir de 2021. E as novas regras poderão atrair o interesse de um novo nome na categoria: a Aston Martin, fabricante britânica de carros de luxo.

A informação foi divulgada nesta terça-feira pelo próprio diretor-executivo da empresa, Andy Palmer. Em declarações publicadas pelo site Motorsport.com, Palmer reconheceu que a intenção existe, mas precisa se enquadrar em exigências internas.

“Se – e apenas se – houver um teto de gastos ou de número de pessoas envolvidas no desenvolvimento de um novo motor, e se tudo isso estiver em um nível razoável, temos um bom motivo para analisar (a possibilidade)”, disse.

Patrocinadora da Red Bull, a montadora britânica esteve presente a uma reunião no primeiro semestre entre a cúpula da Fórmula 1 e montadoras para conversar a respeito da nova regra. Diante do encontro, Palmer reconhece que os V6 da categoria deverão ter mudanças nos próximos anos.

“Certamente será algo neste caminho. Todos reconhecem que você precisa de mais espetáculo na F-1, mais barulho. Você não quer restringir demais a performance, mas é necessário reduzir os custos de entrada. Não acho que alguém naquela sala discorde disso”, explicou, despistando sobre a chance de entrar na categoria máxima do automobilismo mundial como uma equipe própria.

“Sempre há esta questão: você quer entrar como uma equipe? Nosso principal rival (no mercado) é a Ferrari; então, neste sentido, há alguma razão em um envolvimento assim. Mas para uma empresa que tem como meta dar lucro, não temos 350 ou 400 milhões (de dólares) por ano para gastar na F-1”, completou.

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